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Na noite do dia 7 de dezembro de 2018, nas dependências da Paróquia Santo Antônio de Orleans, em Curitiba, ocorreu a solenidade da conclusão de curso da turma Luiz Balsan, de Filosofia da Faculdade Vicentina.

A mesma se deu com a celebração da missa de ação de graças, presidida pelo diretor geral da FAVI, Pe. Ilson Luís Hubner, e concelebrada pelos demais padres das Casas de Formação.

Após a celebração eucarística, foi realizada a colação de grau e outorga dos novos bacharéis em filosofia. E na sequência, um delicioso jantar de comemoração.

“É de suma importância esse momento para a nossa faculdade, apresentando ao mundo acadêmico os seus novos filósofos, dispostos a comprometer-se em difundir e aperfeiçoar o conhecimento filosófico”, afirma o graduado Alisson Bruno Felipe Medeiros.

 

Com a colaboração do aluno Alisson Medeiros.

A edição 144 da Revista Filosofia Ciência & Vida, publicada recentemente pela Editora Escala, contou com a participação do professor Edimar Brígido, que integra o corpo docente da Faculdade Vicentina. Filosofia da Ciência foi o tema da entrevista, conduzida pelo filósofo Fábio Antonio Gabriel.

Edimar Brígido é graduado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com Especialização em Ciências da Religião pela Facel, e Especialização em Filosofia com ênfase em Ética pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. É mestre e doutor em Filosofia pela mesma universidade. Atualmente, tem trabalhado com as disciplinas de Direito e Filosofia, Filosofia da Linguagem, Filosofia Política, Filosofia da Ciência, Filosofia da Natureza e Ética.

A seguir, confira parte da entrevista com o professor.

Revista Filosofia 1

O que é Filosofia da Ciência? De que trata?

Prof. Edimar - Tomando a Filosofia em seu conjunto milenar, percebemos que a Filosofia da Ciência é uma área relativamente nova na tradição filosófica ocidental, que se dedica, basicamente, a investigar de forma crítica os fundamentos e os limites do saber e da prática científica. Seu campo investigativo encontra-se nucleado em torno das discussões que envolvem o valor da ciência para a vida humana, a responsabilidade moral dos cientistas, bem como o impacto que as pesquisas e todo o desenvolvimento tecnológico podem representar para as pessoas, para o futuro e para o mundo como um todo. Na verdade, consideramos que a Filosofia da Ciência é uma proposta de reflexão a respeito da relação existente entre o poder, o dever e o saber que permeiam as práticas da comunidade científica.

Toda essa problemática ganha relevos mais significativos a partir do início do século XVII, quando, na Europa, começamos a observar um crescente otimismo com relação ao  desenvolvimento científico. Com o advento do que se convencionou denominar de “Revolução Científica”, a ciência moderna desenvolveu uma linha de pesquisa pautada pelas exigências da autonomia e do rigor, passando a concentrar seus esforços no incremento de um método próprio e original, capaz de solucionar todos os mistérios, encontrando respostas para as mais diversas aporias que envolvem a vida da humanidade.

Se tomarmos como base de comparação os séculos que antecederam o setecentos, observaremos que os estudos antigos e medievais que existiam nas mais diversas searas do conhecimento estavam sempre permeados pelo discurso filosófico e, posteriormente, pelo teológico. Neste sentido, a filosofia e a ciência encontravam-se misturadas em uma mesma fórmula profundamente homogênea; raramente era possível distinguir uma da outra.  A ciência não possuía um método próprio, permanecendo dependente dos esforços e dos estudos realizados por filósofos e teólogos. As mudanças mais significativas neste panorama só foram registradas a partir do momento em que há, na Modernidade, uma ruptura entre a ciência e a filosofia. O litígio entre ambas propiciou o nascimento de um novo e fértil campo de estudos na filosofia, o qual, mais tarde, passamos a denominar de Filosofia da Ciência.  Para ser mais exato, só podemos falar de uma Filosofia da Ciência, no sentido stricto, a partir do final do século XIX, a partir de uma querela entre os pensadores ingleses William Whewell e John Stuart Mill.

Podemos falar em progresso científico ou ruptura de paradigmas científicos?

Prof. Edimar - Essa questão não é fácil de responder. Existem diferentes interpretações a esse respeito. Eu acredito em uma posição intermediária capaz de dialogar com as duas perspectivas, respeitando suas particularidades. Vou explicar. O conhecimento produzido pela ciência progride, isso é um fato e pode ser atestado pela tecnologia que faz parte do dia a dia de todos nós. A física que Aristóteles elaborou perdurou por mais de vinte séculos de forma hegemônica, sendo substituída, não em sua totalidade, somente pela física de Newton. Houve um progresso, isto é evidente. Neste processo, algumas coisas herdadas de teorias anteriores são descartadas e outras aperfeiçoadas. Desta forma, a ciência progride e possibilita uma revisão contínua de suas fontes de informação e inspiração. Thomas Kuhn prefere utilizar a ideia de paradigmas. Se concordarmos com ele, então cada grande teoria científica terá uma vigência e, ao atingir seu limite, não respondendo mais aos anseios da comunidade científica, deverá ser naturalmente substituída por uma outra teoria (ou paradigma) mais adequada. Os paradigmas tornam a ciência menos estável, uma vez que suscitam uma  revisão constante das bases de pesquisa, mas, por outro lado, tornam a ciência mais confiável, evitando dogmatismos extremos.

Como filósofo você entende que é possível falar em uma neutralidade da ciência?

Prof. Edimar - Veja bem, são duas coisas diferentes, embora estejam convergidas para um mesmo fenômeno. Primeiro podemos pensar na neutralidade do operador da ciência; depois, podemos discutir a possibilidade da neutralidade da ciência em si. Deste modo, temos que considerar que o mundo da ciência aspira pela neutralidade e pela objetividade, isso é certo. Todavia, temos que considerar que mesmo o mais imparcial dos cientistas é sempre um indivíduo que está sujeito às mais variadas fontes externas e internas de motivação. O cientista é um ser humano, possui crenças, preconceitos e sentimentos. Desse modo, a neutralidade deve ser compreendida como um ideal a ser perseguido, embora, como sabemos, nem sempre seja alcançada. A ciência, no meu entendimento, não é um saber neutro. Existem motivações de ordem econômica e política que interferem de modo radical na determinação do que será pesquisado. Para comprovar o que estamos falando basta verificar o poder que as indústrias farmacêuticas têm. Elas decidem, por meio do financiamento de pesquisa, quais doenças serão investigadas, tendo em vista uma possível terapia ou cura. Um outro exemplo clássico nos é revelado pela história. A energia nuclear poderia ser utilizada para o bem da humanidade, mas a decisão do uso que seria feito dessa tecnologia coube a quem financiou a pesquisa.

A filosofia da ciência se relaciona com a bioética? Se sim, em quais aspectos? Quais seriam os autores de relevância no aspecto da bioética?

Revista Filosofia 4Prof. Edimar - Sim, há uma relação verdadeira e cada vez mais necessária entre a Filosofia da Ciência e a Bioética. Essa relação se justifica, em grande parte, devido ao avanço científico e tecnológico presenciado no decorrer do século passado, o qual ocasionou uma nova forma de organização das relações do homem em sociedade. Por um lado, a ciência tornou a vida mais “fácil”, investindo em equipamentos que tornaram os afazeres do cotidiano mais acessíveis e mais rápidos. Além disso, a comunicação se desenvolveu com uma velocidade incrível. A internet alterou de forma definitiva as relações entre as pessoas. Por outro lado, todo esse aparente “avanço” não foi capaz de evitar guerras e destruição. O Nazismo protagonizou uma das cenas mais difíceis da história recente, provocando o homem a uma verdadeira reflexão a respeito dos limites da pesquisa científica. É neste ínterim que nasce a Bioética, como resposta ao graves crimes cometidos contra a humanidade durante a Segunda Guerra Mundial. Oficialmente a “Ética da Vida” nasce na década de 70, nos Estados Unidos, trata-se de uma reflexão a respeito dos impactos que o avanço das ciências biológicas, especialmente a medicina, podem surtir sobre a vida. A finalidade desse estudo consiste em confrontar o poder da ciência com o dever e a responsabilidade moral que o cientista precisa ter para com o ser humano em sua integralidade.

Questões como clonagem humana, pesquisa com animais, pesquisas com seres humanos, fertilização in-vitro, células tronco, criogenia e alimentos transgênicos tornaram-se realidade nos dias atuais. Porém, a questão que se levanta é a seguinte: será que tudo aquilo que a ciência pode fazer (porque tem poder para isso), ela deve fazer? Esse é o questionamento proposto pela Bioética, e que encontra terreno fértil para debate entre os filósofos que se dedicam ao estudo da ciência. Estamos falando dos limites da pesquisa científica. Quais seriam esses limites? O filósofo é quem apresenta estes questionamentos, propondo um olhar mais atento e mediato acerca de questões vitais. Entre os grandes nomes da bioética, podemos destacar: D. Roy, Guy Durant, W. Reich, Onora O’niall e Van R. Potter. Este último pesquisador (Potter), inclusive, é o autor de um dos artigos mais importantes nessa área, intitulado: Bioethics, bridge to the future.

Com a tese intitulada “Análise narrativa da transgressão em Cades (Nm 13-14): função literária na unidade e na composição do Pentateuco”, o professor Fabrizio Zandonadi Catenassi, da Faculdade Vicentina, concluiu seu doutorado, no dia 9 de novembro – mais uma conquista celebrada pelo corpo docente da instituição em 2018.

O doutorado foi cursado no Programa de Pós-graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), pela linha de pesquisa chamada "Análise e interpretação da Sagrada Escritura". O trabalho foi orientada pelo Dr. Vicente Artuso, um dos maiores pesquisadores de Pentateuco do país.

Defesa prof. Fabrizio 2Além do orientador, participaram da banca de avaliação: Dr. Matthias Grenzer (PUC-SP), Dr. Antonio Gusso (PUCPR e Faculdade Batista do Paraná), Dr. Ildo Perondi (PUCPR) e Dr. Luiz Rossi (PUCPR).

“O texto é uma aplicação da linguística a dois capítulos do livro de Números, que retratam a condenação dos israelitas à peregrinação de 40 anos pelo deserto. Com isso, busquei compreender os traços literários do texto e, também, como ele foi estruturado em sua forma final, em um período de grandes conflitos na história de Israel”, explica o novo doutor.

O tema escolhido para a pesquisa, relacionado à formação do Pentateuco, é um desafio para a investigação contemporânea da Sagrada Escritura. “Não conseguimos reproduzir o período e a forma com que ele ganhou sua estrutura atual. Minha tese foi uma tentativa de iluminar a formação do Pentateuco, propondo que o livro de Números foi o último do conjunto a ser organizado e que a passagem que estudei, Nm 13-14, estava na base do livro. Demonstrei que, provavelmente, foi a  primeira narrativa a ser estruturada no quarto rolo do Pentateuco, estabelecendo uma forte conexão com os anteriores e posteriores. Grande parte do mérito da tese recaiu em aplicar a linguística à análise da Bíblia, revelando os interesses literários e teológicos da última organização do Pentateuco, legitimando duas correntes teológicas que predominavam no segundo período persa, a sacerdotal e a deuteronomista”, relata Fabrizio.

Resumo da tese

A perícope de Nm 13–14, que narra o envio dos exploradores a Canaã, uma rebelião de grandes proporções em Cades e o consequente castigo aos israelitas de peregrinar quarenta anos no deserto, era considerada classicamente um paradigma da combinação do modelo quadripartido de J. Wellhausen. Com a crise da teoria documentária, novos métodos foram usados para explicar Nm 13–14, contudo, ainda não havia sido conduzida uma análise narrativa do texto, que poderia iluminar as recentes discussões sobre a formação do Pentateuco, especialmente quanto ao projeto literário que confere à Torá sua forma final. Diante disso, o objetivo desse trabalho foi realizar uma análise estilístico-narrativa de Nm 13–14 à luz da unidade de Números e da construção do Pentateuco. Utilizou-se metodologicamente a análise narrativa, além da crítica da redação do texto. Foi discutida a estrutura de Nm 13–14, uma vez que a complexidade do texto levou a propostas variadas ao longo do tempo, seguida da análise narrativa das diferentes seções de Nm 13–14, com uma discussão da organização do enredo e de elementos estilístico-narrativos de cada uma. Finalmente, foi estudada a composição da perícope à luz da formação de Números, tomando como pressuposto a construção tardia do livro, em conjunto com a organização da Torá, reunindo materiais diversos em diálogo com um Triateuco e um Deuteronômio, que já tinham alcançado status proto-canônico. Quanto à narratividade, destaca-se: uma retórica narrativa construída com esmero (jogos de palavras, escolha de vocabulário, paralelismos e inspiração em duas cenas-tipo), valorizando a natureza divina da exploração e conquista; Josué e Caleb foram inseridos com papel fundamental no enredo, mas subordinados a Moisés; Moisés é colocado em uma posição privilegiada como porta-voz das ordens de Yhwh, tornando a desobediência uma transgressão a Yhwh; a presença de um tímido vocabulário sacerdotal e a valorização de Aarão. O texto destaca a necessidade da obediência para a tomada da terra, além da insistência na descendência e na legitimação da autoridade de Moisés e Aarão. Quanto à composição, Nm 13–14, pressupõe e interpreta outros textos; foi colocado como o centro dos conflitos de murmuração, provavelmente, sendo a origem da construção das tradições do deserto, do tipo Fortschreibung. Os elementos estilístico-narrativo levantados foram encontrados em textos do Triateuco, do Deuteronômio e da História Deuteronomista, muitas vezes, com ocorrência ímpar em Nm 13–14. Pode-se dizer que Nm 13–14 é um tipo de antologia, que reúne textos antigos e pós-exílicos, estabelecendo conexões literárias e teológicas com textos sacerdotais e deuteronomistas, refletindo o contrato que se estabeleceu entre essas correntes na construção do Pentateuco. Contudo, a transgressão em Cades parece refletir a prevalência da teologia de uma corrente sacerdotal, que quer submeter a História Deuteronomista à obediência da Torá.

Leia mais

Em agosto, o professor Fabrizio lançou o livro Paulo: contextos e leituras. Para saber mais sobre esta outra obra de pesquisa, clique aqui.

A partir da ciência teológica, pode-se ressignificar a realidade atual e a busca pelo sentido da vida, em meio a tantas mudanças e verdades líquidas de nossa época. O curso de Teologia da Faculdade Vicentina é aberto a qualquer pessoa que possua o Ensino Médio completo, seja ela pertencente a alguma ordem religiosa ou não.

Para saber mais sobre esta graduação, confira a entrevista com o Pe. Ilson Luís Hubner, diretor geral da FAVI, que atua como professor da instituição há 10 anos e exerceu o cargo de coordenador do curso de Teologia nos últimos quatro.

Quais são os objetivos do curso de Teologia da Faculdade Vicentina?

Pe. Ilson - Quando falamos em Teologia, temos que pensar em uma Teologia atual, contemporânea. Não podemos pensar ou fazer uma Teologia manualista, como nos séculos passados, que se manteve alheia às principais questões culturais e filosóficas, bem como no campo político-social. Desta forma, um dos principais objetivos do nosso curso de Teologia é a capacidade de dialogar com a modernidade, vivendo as inseguranças e incertezas próprias do tempo presente, ciente da pluralidade dos tempos atuais.

Apesar de ser um curso fundamentado na orientação cristã-católica, está aberto a todas as pessoas de diversas concepções religiosas, o que nos enriquece no diálogo inter-religioso.

Como objetivo final, nosso curso quer formar pessoas com a capacidade de refletir, a partir da Teologia, sobre questões fundamentais para a vida, para o ser humano, mundo, criação, Trindade… Promovendo, assim, uma consciência crítica e comprometida de forma ética e religiosa no mundo atual, em suas comunidades de vivência e fé.

Quais são as principais habilidades que o aluno desenvolve ao longo dos oito semestres de curso?

Pe. Ilson - Capacidade para refletir, a partir do ponto de vista teológico, os grandes problemas e desafios apresentados pela sociedade contemporânea. Capacidade de compreender e partilhar de forma sistemática os aspectos fundamentais da fé. Capacidade de analisar, interpretar textos teológicos, seguindo os procedimentos da hermenêutica. Dialogar com diferentes áreas de conhecimento, que a partir de seus próprios métodos e óticas, buscam compreender o ser humano e sua realidade e relações sociais. Postura para assumir atitudes e abordagens que defendam e valorizem o ser humano, criatura de Deus. Capacidade de compreender e se posicionar de forma positiva diante da pluralidade e da forma multicultural em que vive e se expressa a humanidade hoje.  

Na sua opinião, qual é o ponto forte do curso de Teologia da FAVI?

Pe. Ilson - O que nos destaca é nosso quadro de professores comprometidos em fazer Teologia a partir da realidade atual da Igreja. Pensando no nosso compromisso cristão e no papel que temos em formar futuras lideranças, tanto leigas quanto religiosas, comprometidas com a verdade e a força do Evangelho, baseando-se em uma evangelização que anuncie a boa notícia e denuncie as opções contrárias ao Evangelho que se apresentam como falsas verdades, em fidelidade à Igreja.

Que benefícios o estudo da Teologia pode trazer para a vida das pessoas? Mesmo aquelas que não desejam seguir carreira como pesquisadores ou docentes desta área, podem aproveitar o curso e aplicar os conhecimentos aprendidos em seu dia a dia?

Pe. Ilson - A Teologia busca nos aproximar de Deus e compreender seu projeto salvífico. Realmente, a Teologia tem que ser vivencial, passa pela nossa história pessoal e comunitária. Fazer Teologia é encontrar-se com o sentido da nossa existência como criaturas de Deus. Todos que estudam Teologia podem e irão usá-la na caminhada pastoral, compreendendo e atualizando o mistério da Encarnação de Jesus Cristo.

Em um mundo com tantas tecnologias e transformações rápidas, pode-se dizer que o curso de Teologia continua sendo atual?

Pe. Ilson - Sim, sempre atual, pois há a necessidade de ajudar a sociedade a fazer escolhas em defesa da vida e da dignidade da pessoa, que é imagem e semelhança de Deus. Todos os temas pertinentes à pessoa e à criação, no todo, dizem respeito à Teologia. Em uma sociedade sem parâmetros, sem limites éticos e morais, perde-se a capacidade de convivência e de viver em sociedade. E a Teologia, a partir da experiência da fé, da Revelação, busca ajudar a humanidade a se encontrar como criatura de Deus, mostrando caminhos a serem trilhados, dialogando com as diferentes ciências e crenças.


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A Faculdade Vicentina disponibiliza vagas para dois cursos de graduação: bacharelado em Filosofia e bacharelado em Teologia, ambos com aulas no período matutino e conceito 4 obtido no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

O aluno Patrick Henrique Vaz, que está concluindo a graduação, deu um depoimento sobre sua trajetória de estudo no curso de Filosofia da FAVI.

O aluno Felipe Teider de Godoi, do primeiro ano de Filosofia, tem um recado para quem está pensando se participa ou não do Vestibular da FAVI.

Neste vídeo, o aluno Forlan Machado explica a importância do estudo da Teologia em sua vida e como os ensinamos adquiridos na Faculdade Vicentina fazem diferença nas ações que ele desempenha como missionário leigo.

Confira também o depoimento emocionado da aluna Eliane Dalla Vequia Brekailo, que conta como foi sua trajetória até entrar na faculdade e como o curso de Teologia tem sido importante em sua vida e da comunidade.


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A época de avaliação dos trabalhos de conclusão de curso é um momento de particular importância para os bacharelados da Faculdade Vicentina. Como fechamento da graduação, representa o auge da trajetória de aprendizados vivenciados pelos alunos ao longo dos anos de formação. Entre os dias 28 e 30 de novembro de 2018, 22 discentes da Filosofia apresentaram suas monografias.

“Enquanto a licenciatura está voltada para o ensino, o bacharelado se caracteriza essencialmente pela formação à pesquisa. É por isso que a matriz curricular do curso contempla cinco disciplinas específicas que visam a formação teórica e prática, abordando as diversas fases da pesquisa, como a seleção da bibliografia; leitura, compreensão e interpretação; coleta de informações; reflexão e construção do texto; comunicação oral e escrita”, explica o professor Dr. Luiz Balsan, coordenador da graduação em Filosofia.

“Todo esse processo é acompanhado por professores com preparação específica na área o que favorece uma adequada qualificação dos docentes. As apresentações das monografias desse ano se alinham às dos anos anteriores e demonstram o amadurecimento dos discentes e sua autonomia no campo da pesquisa e produção de conhecimento”, afirma o coordenador.

Confira a lista dos trabalhos apresentados em 2018.

Monografias 1

Monografias 2

No dia 14 de novembro, quarta-feira, os integrantes do Centro Acadêmico de Filosofia da Faculdade Vicentina (CAVIF) reuniram-se com a presidenta da União Paranaense dos Estudantes (UPE), Izabela Marinho.

O encontro teve como finalidade discutir a relação entre a representatividade interna dos alunos da FAVI com as outras entidades representativas dos estudantes. O Conselho Diretivo do CAVIF convidou Izabela, representando a União Nacional dos Estudantes (UNE), para que os próprios discentes conhecessem a importância de formalizar diálogos possíveis com essas entidades.

Em sua fala, ela expôs o processo histórico e a importância dos estudantes organizados, recordando os direitos conquistados. Além disso, comprometeu-se a colaborar com o que for preciso, no que tange à regularização do novo estatuto, que em breve será aprovado em assembleia pelos estudantes da FAVI.

Em nome dos discentes, o Centro Acadêmico agradece a atenção, a disponibilidade e a presença da representante da UPE.

Colaboração: Gabriel Fiatcoski (aluno do 1º ano)

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