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O fim do ano se aproxima e traz consigo uma oportunidade para quem quer ingressar no ensino superior, começando o próximo ano em um novo ciclo de aprendizados e trocas de experiências. Estão abertas as inscrições para o Vestibular de Verão da Faculdade Vicentina!

O processo seletivo disponibiliza vagas para dois cursos de graduação: bacharelado em Filosofia e bacharelado em Teologia, ambos com aulas no período matutino e conceito 4 obtido no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

A avaliação será realizada no dia 4 de dezembro de 2019, no período da manhã, na sede da FAVI (Av. Jaime Reis, 531A), em Curitiba (PR). 

Além da redação, serão avaliados conhecimentos gerais de língua portuguesa. No Manual do Candidato, constam as informações necessárias para a realização da prova e os conteúdos que serão avaliados.

>>> MANUAL DO CANDIDATO 2020 (PDF) 

Inscrições

Para participar do Vestibular de Verão da FAVI, é preciso preencher o formulário de inscrição do curso escolhido. A taxa de inscrição é de R$80.

>>> FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO - FILOSOFIA

>>> FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO - TEOLOGIA

O prazo de inscrição termina às 23h do dia 29 de novembro de 2019.

Mais informações

Para obter mais informações, basta entrar em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (41) 3222-7716.

Os limites da consciência em Wittgenstein: este é o tema da entrevista que o professor Dr. Edimar Brígido, que faz parte do corpo docente da Faculdade Vicentina, realizou com a Dra. Carla Carmona. O conteúdo foi veiculado na Aufklärung: Revista de Filosofia (volume 6, número 2) – publicação editada pelo Grupo de Pesquisa Teoria Crítica e Hermenêutica, da Universidade Federal da Paraíba. 

Sobre a entrevistada*: Carla  Carmona é filósofa  espanhola. Doutora em  Filosofia pela Universidade de Sevilha. É professora de Filosofia na Universidade de Sevilla. Especialista em estética, Filosofia da Linguagem, e Viena fin de siècle. Possui pesquisas de referência internacional sobre a estética no pensamento de Ludwig Wittgenstein. Publicou numerosos artigos sobre os pensamentos de Egon Schiele e Ludwig Wittgenstein. Tem desfrutado de  numerosas estadias de investigação na Áustria, trabalhando com especialistas do contexto da Viena  fin de  siècle.  Nos  últimos  anos, se dedicou ao estudo do pensamento estético e político de Peter Sloterdijk. Em 2014 publicou Tributação voluntária e responsabilidade cidadã. Vale a  pena mencionar  seus livros A  ideia  pictórica  de Egon Schiele: Um Ensaio sobre a  lógica representacional (Edições Genueve, 2012), Tightrope do eterno: Na gramática alucinado Egon Schiele (Cliff, 2013), Egon Schiele: Writings 1909­-1918 (a Micro, 2014), Ludwig Wittgenstein: La consciencia del limite (Biblioteca Discover filosofia, El País, 2015).

*Currículo publicado pela revista.

Confira um trecho da entrevista:

Edimar Brígido: Sobre a filosofia desenvolvida por Ludwig Wittgenstein, estudos recentes têm sugerido a existência de um Wittgenstein mais próximo de discussões antropológicas e estéticas, superando em alguma medida os debates tradicionalmente fundamentados em torno da lógica caboariana e da linguagem. Nós nos referimos a Wittgenstein mais próximo do cotidiano, realidade em que a vida realmente acontece em sua dimensão prática, o que poderia ser denominado realismo empírico. Você concorda com esta nova perspectiva? Seria válido aproximar Wittgenstein de temas como antropologia e estética?

Carla Carmona: Sim, concordo totalmente com essa maneira de conceber o desenvolvimento da filosofia de Wittgenstein. Eu gosto de pensar que a lógica inicial, pura, matemática, não passa de uma pequena parte da lógica de sua mais recente filosofia, animal, enraizada em jogos de linguagem, que por sua vez afunda suas raízes no que poderíamos chamar de uma forma de vida. Por que Wittgenstein insistia tanto que tudo o que podia fazer era descrever? Porque ele considerou que não há outra base senão o conjunto de práticas circunscritas a um modo de vida, e isso só pode ser descrito, pois no fundo não há nada para explicar. Em outras palavras: não há outro princípio lógico que não seja a lógica da vida; nesse sentido, o único fundamento é antropológico. Digamos que toda a sua filosofia, sua concepção filosófica, incluindo seu interesse no funcionamento da linguagem, tem esse viés antropológico, assim como seu olhar é estético, o que determinou sua maneira de trabalhar. 

Mas se levarmos em conta os diários que ele escreveu junto com o Tractatus e, em geral, esses tipos de escritos mais pessoais, que o acompanharam ao longo de sua vida, descobrimos que Wittgenstein estava sempre preocupado com essas questões. Às vezes, quando ele fala de si mesmo, mesmo quando estava verdadeiramente mal, temos a impressão de que ele atua como um antropólogo. Também é importante lembrar que Wittgenstein escreveu sobre antropologia, ou melhor, que ele criticou uma prática perniciosa da antropologia que se abandonou à inclinação de considerar assuntos tão limitados a ponto de explicar comportamentos altamente complexos, como a prática de magia ou rituais determinados, como resultado da ignorância e até da estupidez. Refiro-me às Observações ao Ramo Dourado de Frazer, um livrinho maravilhoso, indicativo de uma aparência estética antropológica invejável.

Edimar Brígido: Então, seria correto considerar a vida de Wittgenstein, seus gestos, seus atos, suas reações, como a parte não escrita de seu pensamento filosófico?

Carla Carmona: Em parte sim, em parte não. A vida de uma pessoa é composta de muitas coisas e é impossível reuni-las coerentemente em uma única coisa, e se tentarmos, somente o que obteremos será uma história melhor ou pior contada. A verdade é que não sou dada a esse tipo de afirmação. Parece-me um pouco forçado tentar encaixar sua vida no que Wittgenstein disse em relação ao Tractatus para Ludwig von Ficker que o não-escrito era tão importante quanto o que estava escrito no livro. Acredito que a filosofia de Wittgenstein possa iluminar grande parte de sua biografia e vice-versa, mas não ousaria dizer que uma é o inverso da outra, e não acredito que biografia e vida tenham a mesma influência sobre a outra em todos os momentos de sua vida. Eu sei que teria sido mais atraente responder que sim, e que Wittgenstein considerou que o que não foi dito era como silêncio, e que, de alguma forma, há a superação da palavra e da teoria, para que o que não foi dito pudesse ser precisamente a vida vivida, e que além disso considerava fundamental, mas temo que fosse apenas uma história bonita. 

Edimar Brígido: Professora Carla, poderia nos falar um pouco sobre o trabalho "Ludwig Wittgenstein: A Consciência do Limite"?

Carla Carmona: Este é um trabalho que visa aproximar o pensamento de Wittgenstein de qualquer pessoa interessada, independentemente de sua formação filosófica ou não. Não por ele, no entanto, é um livro de divulgação, uma vez que as questões e problemas filosóficos que interessam a Wittgenstein são estudados em profundidade. Tentei dar uma abordagem completa ao pensamento de Wittgenstein, reunindo os interesses lógicos que o levaram a Cambridge, para trabalhar ao lado de Bertrand Russell, ou a virada antropológica que deu sua filosofia da linguagem, como também as preocupações que ele compartilhava com os críticos modernos que se encontravam em Viena, quero dizer autores como Karl Kraus, Adolf Loos ou Otto Weininger. Concordo com Allan Janik e Stephen Toulmin que não se pode entender a filosofia de Wittgenstein, muito menos sua visão de mundo, se não se tem em mente o universo de significados que lhe proporcionou sua origem vienense e pertencer a uma família tão envolvida nas artes.

Clique aqui para ler a continuação desta última resposta e a entrevista na íntegra, em espanhol.

Simpósio Dia 3 3A programação do terceiro dia (24 de outubro) do XL Simpósio de Filosofia e do VI Simpósio de Teologia da Faculdade Vicentina teve início com a apresentação cultural do estudante Mateus Borodiak, do 3º ano de Filosofia. 

Em seguida, o Pe. Gabriel Vecchi, monge do Mosteiro Trapista, falou sobre “O monaquismo beneditino na Idade Média”, destacando dois movimentos principais: a instituição do monacato beneditino, no século VI, e a Reforma Gregoriana, no século XI. O palestrante também recordou parte da biografia de São Bento e ressaltou o aspecto positivo das crises. “Toda reforma da Igreja é fomentada por uma crise. E a solução é sempre uma reforma cíclica, que começa a partir de indivíduos carismáticos”, afirmou. 

Após o intervalo, o professor Lúcio Souza Lobo, da Universidade Federal do Paraná, conduziu a conferência intitulada “A doutrina da analogia segundo Santo Tomás de Aquino”, na qual procurou expor como Tomás de Aquino encontrou uma solução lógica-linguística para resolver alguns questionamentos, tais como: “Se Deus está além de todas as coisas, como é possível falar sobre Ele? E como é possível fazer ciência sobre Deus?”. 

Simpósio Dia 3 2Nesta data, os professores Luiz Balsan e Pe. Domênico Costela foram os responsáveis pela arguição e mediação das perguntas dos participantes, auxiliando na ampliação do debate sobre as temáticas abordadas.

Participe!

Ainda é possível fazer inscrição e participar do último dia de evento. Basta comparecer à Faculdade Vicentina, realizar o cadastro e o pagamento da taxa de inscrição na entrada do auditório. Confira a programação de sexta-feira.

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Na manhã desta terça-feira (22 de outubro), teve início o XL Simpósio de Filosofia e o VI Simpósio de Teologia da Faculdade Vicentina – que têm o pensamento medieval como temática principal. E, como lema, uma advertência de Sêneca: "Animum debes, mutare non caelum" (Deves mudar teu ânimo, não o teu céu).

A solenidade de abertura foi realizada na Paróquia São Vicente, localizada ao lado da FAVI, e contou com uma apresentação da Orquestra Filarmônica da Universidade Federal do Paraná. 

Simpósio 2019 2“Participar de um Simpósio e de atividades extracurriculares como esta são uma oportunidade de alargar o conhecimento sobre temas que fazem parte da nossa formação. Nosso objetivo, nesses dias, não é esgotar o assunto, mas aprofundar o conhecimento sobre os pensamentos que marcaram uma época e que nos influenciam até hoje”, destacou o diretor de Ensino da FAVI, Pe. Joélcio Saibot, representando o diretor geral, Pe. Ilson Hubner.

O acadêmico Icson Rodrigo Gentek, presidente do Diretório Acadêmico e um dos organizadores do evento, falou sobre a relevância do tema escolhido para o evento. “A presença de cada um de vocês neste Simpósio mostra que somos uma instituição vibrante”, afirmou.

Após a abertura e um breve intervalo, os participantes se dirigiram ao auditório da FAVI, onde puderam prestigiar mais uma apresentação musical, conduzida pelo Frei Tiago Gulmine da Silva, aluno do 2º ano do curso de Filosofia.

Conferência de abertura

A primeira palestra do Simpósio foi ministrada pela professora Luciana Wolff Apolloni Santana, coordenadora do curso de Pós-graduação em História Cultural com ênfase em Antropologia, professora do Curso de Licenciatura em História e Diretora Acadêmica das Faculdades Integradas Espírita.

A conferencista ressaltou a riqueza cultural e a diversidade que estão compreendidas no longo período da Idade Média, que se refere a mais de 1.200 anos. Também enfatizou as constantes transformações que envolvem cada momento histórico e procurou desmistificar a noção pejorativa que associa a era medieval somente à Idade das Trevas. 

Simposio 2019 3A professora comentou, ainda, sobre as intercessões entre as chamadas culturas erudita e popular, as diferentes manifestações culturais e o papel das artes na transmissão de valores e ideias, considerando principalmente o contexto de sociedade majoritariamente iletrada.

Ao final da palestra, os participantes puderam fazer perguntas, com a mediação do professor Fábio Gumieiro.

Premiação do Concurso de Poesia 2019

Para encerrar a programação deste primeiro dia, os autores dos dez melhores trabalhos inscritos no Concurso de Poesia 2019 foram homenageados, com a entrega de uma menção honrosa. Os cinco primeiros também foram premiados com uma placa. Aos autores que não puderam estar presentes, suas premiações serão enviadas posteriormente. Confira o resultado.

Ainda dá tempo de participar!

Ainda é possível fazer inscrição e participar dos demais dias do evento. Basta comparecer à Faculdade Vicentina na hora da palestra escolhida, realizar o cadastro e o pagamento da taxa de inscrição na entrada do auditório. Confira a programação completa.

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Fotos: Geovanni C. De Luca

Simpósio Dia 4 3No início da manhã desta sexta-feira, 25 de outubro de 2019, a participação especial do Quarteto Vocal Soul da FAE Business School foi a primeira atração do último dia do XL Simpósio de Filosofia e do VI Simpósio de Teologia da Faculdade Vicentina – que abordaram o pensamento medieval ao longo de quatro dias de evento.

A programação teve continuidade com a apresentação de sete trabalhos de pesquisa do corpo discente, com a fala de alunos do 2º ano de Filosofia – Felipe Teider de Godoi, Gabriel Dombroski Fiatcoski, Jordhan Victor Gularte, Osmair Sandeski, Frei Kater Vinicius dos Santos, Patrick Luan dos Santos e Mateus Henrique Costa Silva.

Na volta do intervalo, os presentes puderam contemplar uma mostra de música sacra, com o Coral Cáritas. Em seguida, foi realizado o lançamento de dois livros: “O Futuro da Filosofia”, organizado por Léo Peruzzo, e “Simone Weil - Ser e Sofrimento”, de Denis André Bez Bueno e Bortolo Valle. 

Simpósio Dia 4 livrosEste momento foi marcado, ainda, por uma homenagem ao professor Bortolo, pelos 32 anos de docência. “Este livro também é uma espécie de agradecimento por seu esforço contínuo de formação e suas contribuições para a Filosofia”, disse professor Léo, ao falar da obra que organizou com a colaboração de outros autores e de sua experiência como aluno do Bortolo. 

O Diretório Acadêmico realizou, ainda, um sorteio de livros, aos participantes inscritos. 

Painel de encerramento

O painel de encerramento, intitulado “As mulheres na Filosofia”, ficou a cargo de Bortolo Valle (FAVI/PUCPR) e Karla Pinhel Ribeiro (UNICURITIBA).

Em sua fala, o professor relembrou um pouco do contexto da Idade Média e como as mulheres eram vistas, provocando os presentes a contribuírem para dar visibilidade aos seus estudos. E destacou a atualidade de vários conhecimentos da filosofia medieval, que influenciaram outros pensadores. 

Dra. Karla também convidou os presentes a reconstruir o olhar filosófico a partir da participação das mulheres. E enfatizou o importante papel de Hannah Arendt, conhecida como “filósofa das origens” ou “filósofa dos começos”, resgatando a influência do pensamento medieval de Santo Agostinho na obra desta autora. A palestrante apresentou quatro conceitos principais que foram desenvolvidos a partir desta influência: natalidade, liberdade, trabalho e banalidade do mal. 

Simpósio Dia 4 CoralAgradecimentos

“Durante essas quatro manhãs, tivemos a oportunidade de vivenciar, na fala de nossos conferencistas, diversos temas da Idade Média, como o embate entre fé e razão e seus desdobramentos epistemológicos”, disse o presidente do Diretório Acadêmico Kairós, Icson Rodrigo Gentek, ao final do evento. 

Ele agradeceu a todos que colaboraram para a realização do Simpósio, citando também os patrocinadores e colaboradores: Mitra da Arquidiocese de Curitiba, Editora Paulus, Editora Ave Maria, Livrarias Curitiba, Rede de Educação Vicentina, Congregação da Missão Província do Sul e coordenação de cultura da Universidade Federal do Paraná.

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Fotos: Geovanni C. De Luca

Simpósio Dia 3 3Nesta manhã de 23 de outubro de 2019, realizou-se a segunda etapa do XL Simpósio de Filosofia e do VI Simpósio de Teologia da Faculdade Vicentina. Depois de um momento cultural protagonizado pelos estudantes Marlon Setin (1º ano de Filosofia), Wilian Bruno (Propedêutico) e Felipe Teider (3º ano de Filosofia), seminaristas da Diocese de São José dos Pinhais, passou-se às conferências do dia.

Na primeira, intitulada “Do De contemptu de Inocêncio III ao elogio das criaturas de Tomás de Aquino: considerações inatuais”, Dr. Marcelo Neves, professor da Faculdade Vicentina, tecendo um diálogo com a literatura, mostrou ser próprio do ser humano, diante dos desafios e do sofrimento, perguntar-se sobre o sentido da vida. “Vale ou não a pena viver?” Esta pergunta foi encontrando respostas diversas ao longo do tempo, em posturas mais pessimistas ou mais otimistas. 

Na segunda conferência, intitulada “Essência e mundos possíveis: diálogo entre filósofos medievais e contemporâneos”, Dr.  Breno Hax, professor da Universidade Federal do Paraná, chamou a atenção para a revalorização de conceitos medievais que haviam perdido seu espaço no mundo moderno. As noções de essência e necessidade passaram a ser repropostas a partir de filósofos do século XX, de modo particular na vertente menos esperada: a filosofia da ciência. 

Simpósio Dia 2 2A arguição dos professores Thiago Onofre Maia e Aluízio Von Zuben e as perguntas dos participantes mostraram que o diálogo com a cultura medieval pode ajudar a pensar de forma mais ampla a existência no mundo contemporâneo. 

Faça sua inscrição!

Ainda é possível fazer inscrição e participar dos demais dias do evento. Basta comparecer à Faculdade Vicentina na hora da palestra escolhida, realizar o cadastro e o pagamento da taxa de inscrição na entrada do auditório. Confira a programação completa.

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Fotos: Geovanni C. De Luca

O resultado do Concurso de Poesia 2019, promovido pela Faculdade Vicentina e pelo Diretório Acadêmico, foi divulgado nesta terça-feira, 22 de outubro, como parte da programação do XL Simpósio de Filosofia e do VI Simpósio de Teologia. 

A atividade teve como tema: “Alteridade: o reconhecimento do outro” e contou com a orientação do professor Edimar Brígido.

Ao longo do concurso, 54 poemas foram inscritos. Dez deles foram selecionados para receber menção honrosa e os cinco primeiros classificados também foram premiados com uma placa de homenagem.

Confira quem são os autores homenageados e os títulos de seus poemas:

  1.  “O Analfabeto Altruísta”. Autor: Maria Lucia Funes.
  2.  “O outro”. Autor: Diego Costa.
  3.  “Poema em 3 tempos”. Autor: Marcos Alberto de Souza Oliveira.
  4.  “Limites”. Autor: Márcia Regina Chemin.
  5.  “Os veios”. Autor: Larissa Anacleto do Nascimento.
  6.  “O eu-multidão”. Autor: Felipe Teider de Godoi.
  7.  “O antropólogo”. Autor: Kater Vinicius.
  8.  “Este é o mundo”. Autor: Isabela Meister Mercer.
  9.  “O outro”. Autor: José Heitor Alves da Silva.
  10. “Assimetria do outro”. Autor: Helena Francisca Molinari.

Parabéns a todos os participantes!

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