Pe. Eliseu Wisniewski escreve sobre livros que ajudam a refletir no momento atual

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Refletindo sobre os tempos atuais e as transformações provocadas pela epidemia do coronavírus, a Editora Paulinas publicou o livro O vírus vira mundo - Em pequenas janelas da quarentena, de autoria de João Décio Passos. 

Pe. Eliseu Wisniewski, integrante da Congregação da Missão Província do Sul, mestre em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e professor na Faculdade Vicentina (FAVI), escreveu uma resenha sobre a obra. O texto foi publicado pelo site do Instituto Humanitas Unisinos (IHU).

"Talvez a humanidade nunca se tenha apercebido como tão igual como nestes últimos meses. A pandemia provocou a experiência do destino comum, a busca da aprendizagem comum e das soluções planetárias. Não há dúvidas de que a experiência planetária atingiu seu grau máximo nessa pandemia. Sairemos mais planetarizados dessa crise, seja pelo processo de contágio do vírus, seja pelas consequências econômicas, sociais e políticas do pós-pandemia", escreve o presbítero. 

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Reflexões sobre pneumatologia

Outra temática a qual Pe. Eliseu dedicou sua atenção recentemente foi a pneumatologia, em especial em sua relação com o caminhar do povo. Confira aqui a análise que ele escreveu sobre o livro O Espírito do Senhor: força dos fracos, do teólogo Dr. Víctor Codina. 

"Um texto inspirador. A leitura desta obra se faz proveitosa à medida que em que se se conecte com a recepção do Concílio Vaticano II e a tradição libertadora da Igreja na América Latina. Essa recepção só será plena na medida em que recuperar desde baixo, a vivência e a teologia do Espírito", afirma Pe. Eliseu. 

Pe. Eliseu também colaborou com mais um texto para o site do Instituto Humanitas Unisinos (IHU). Desta vez, sobre o livro Espírito Santo e Liturgia, de Adolfo Lucas Maqueda, doutor em Liturgia.

"Este livro é também um estímulo para que se dê continuidade no aprofundamento deste tema e coloque-se a vida em chave litúrgica e em sintonia/sinergia com o Espírito Santo, pois, 'sem sua presença ativa, a celebração não seria litúrgica, mas, antes, um conjunto de ritos sem significado'", escreve o autor da resenha. 

Veja o texto na íntegra aqui.