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Papa Francisco fala sobre alegria e santidade em sua Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate”

“Alegrai-vos e exultai”: este é o convite que o Papa Francisco faz a todos, já no título em latim de sua nova Exortação Apostólica, chamada “Gaudete et Exsultate”. O documento possui cinco capítulos e 177 parágrafos, que reforçam o chamado à santidade, sem desconsiderar os desafios e as oportunidades do contexto atual. E que também destacam a importância da alegria.

Em artigo publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos, o padre vicentino Eliseu Wisniewski, mestre e doutorando em Teologia e presbítero da Congregação da Missão Província do Sul, explica a santidade precisa ser compreendida como um programa de vida, que acontece no dia a dia, com pessoas de carne e osso.

No documento, Papa Francisco afirma que a santidade é o rosto mais belo da Igreja. E esta beleza está ligada ao fato de que todas as pessoas podem vivenciá-la, de diferentes maneiras. “(...) o que quero recordar com esta Exortação é sobretudo a chamada à santidade que o Senhor faz a cada um de nós, a chamada que dirige também a ti: «sede santos, porque Eu sou santo» ( Lv 11, 45; cf. 1 Ped 1, 16). O Concílio Vaticano II salientou vigorosamente: «munidos de tantos e tão grandes meios de salvação, todos os fiéis, seja qual for a sua condição ou estado, são chamados pelo Senhor à perfeição do Pai, cada um por seu caminho»” (nº 10).

Com essa afirmação, o Sumo Pontífice deixa claro que não só os católicos, mas toda a humanidade é destinada a ser Povo de Deus. Não se trata de um privilégio, mas sim um convite, acessível e próximo da realidade.

Como sintetiza Pe. Eliseu, com base na Exortação Apostólica: “Pertencendo à família divina e entendendo-nos como frutos do amor ilimitado da Trindade, nascidos do amor de Deus e predestinados ao amor, recebemos a missão de comunicar esse amor aos demais homens e mulheres pelo testemunho, através do próprio modo de viver, através do amor e da caridade. A santidade não é nada mais do que a ‘caridade plenamente vivida’ (n. 21)”. E essa característica pode ser percebida na relação com a família, no posicionamento frente aos desafios que nos cercam, na compaixão com o próximo, nas iniciativas que semeiam a paz, entre outras possibilidades.

Clique aqui para ver o documento completo.

Saiba mais: Alegria é tema de reportagem gravada na FAVI