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“Por que procurais Aquele que vive entre os mortos? Ele não está aqui; ressuscitou!” (Lucas 24, 5-6).

Celebrar a Páscoa é rememorar a centralidade de nossa fé, que se torna palpável e visível no amor vivenciado por cada um de nós, seus seguidores.

Vivemos um tempo no qual somos chamados a cultivar a unidade, a paciência, o amor; a acolher o diferente, o estrangeiro que bate em nossa porta. Tempos em que a Palavra nos interpela a sair de nossos comodismos e partir em busca do outro, nos tornando sensíveis às suas reais necessidades básicas, olhando para além de nosso quintal da fé.

Celebrar a Semana Santa é nos permitir caminhar com o Nazareno rumo a Jerusalém, cientes dos riscos e perigos que nos aguardam. Mas, ao mesmo tempo, felizes por nos reconhecermos como discípulos e companheiros Daquele que se fez humano para nos mostrar como devemos viver nossa humanidade. Uma humanidade que se torna plena quando somos capazes de dizer como Paulo: “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2,20).

Assumir a possibilidade da cruz é ter a consciência de que somente podemos experimentá-la no amor. A cruz é sinal pleno do amor de Deus, que permite a morte do Filho, mostrando com seu gesto que doar a nossa vida é o único caminho para podermos experimentar a Ressurreição.

Procurar o Ressuscitado foi o grande desafio dos seus primeiros seguidores, descobrir sua presença constante no caminhar, sua força e vitalidade diante dos desafios. Assumir a novidade da missão, pela graça do Espírito doado, fez com que a comunidade pudesse participar da alegria da Ressurreição e viver um novo tempo, agora plenificado, cheio, embebido no amor e na graça.

Somos, hoje, também convidados a descobrir o Ressuscitado que passa no nosso meio, com tantos rostos e formas diferentes, que nos interpela a sair, a partir, a olhar para além das nossas necessidades. Deixar-se tocar pelo Ressuscitado é correr o risco de não poder olhar para trás, mas de viver com urgência a conversão exigida por Aquele que nos deu sua vida.

Que esta Semana Santa nos toque o coração e que a vivamos com a possibilidade e o risco feliz de ressuscitar com, por, e em Jesus de Nazaré, O Cristo.

Desejamos a todos uma ótima caminhada nesta Semana Santa e que o Domingo da Ressurreição nos envie a sermos felizes testemunhas de tudo que vimos, ouvimos e vivemos em nossa Jerusalém.

Feliz Páscoa!

Pe. Ilson Luís Hübner
Diretor geral

 

*Em virtude da Semana Santa, a Faculdade Vicentina estará em recesso acadêmico e administrativo de 15 a 22 de abril, com retomada das atividades no dia 23. Quem precisar falar conosco neste período, pode enviar sua mensagem para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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>>> INSCRIÇÕES ABERTAS PARA TURMA DE 2019 <<<

Apresentação

A pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Instituições Religiosas da Faculdade Vicentina apresenta uma formação especializada para aqueles que estão envolvidos com a tarefa de administrar, assessorar, planejar e conduzir atividades em instituições com um cunho social ou religioso, como igrejas, dioceses e arquidioceses, sociedades religiosas, hospitais, colégios, instituições de ensino superior, institutos de caridade e assistência social e outras obras semelhantes.

Diante dos desafios que se apresentam na área da administração nos dias de hoje, o curso foi planejado para proporcionar capacitação nas várias áreas da gestão. Entre elas: gestão financeira, gestão contábil, gestão de pessoas, gestão do patrimônio, contratos e responsabilidade civil, tecnologia da informação e comunicação social. O curso é focado no contexto em que estão inseridas as instituições sociais ou religiosas, relacionando as teorias acadêmicas e profissionais e as necessidades destas instituições, com princípios de transparência, coerência e responsabilidade, atendendo a uma exigência social e ética.

Por que fazer este curso?

Pós Gestão 2A Faculdade Vicentina oferece cursos de graduação e pós-graduação fundamentados em mais de 50 anos de tradição em educação de qualidade, com um histórico de formação de pessoas para o serviço da Igreja. Nesta trajetória, a FAVI identificou, nas instituições religiosas e afins, uma carência de colaboradores preparados nas áreas contábil, financeira de recursos humanos e gestão de pessoas, bem como uma falta de oportunidades para esclarecimentos práticos adaptados à realidade deste público – não somente para atender à exigências do Estado, mas também para garantir a sustentabilidade da missão de cada obra.

Atenta às demandas e comprometida com o diálogo constante entre teoria e prática, a equipe acadêmica pretende fornecer aos estudantes: melhor preparo frente às exigências contábeis e de legislação; segurança na administração de patrimônio; desenvolvimento de habilidades para a gestão de equipe e de conflitos; fundamentação para administração à luz dos documentos da Igreja (por exemplo, o Acordo Brasil-Santa Sé); além de atualização permanente. Desta forma, a Faculdade Vicentina tem o intuito de contribuir na construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Objetivos do curso

  • Desenvolver habilidades de gestão econômica, financeira, contábil e patrimonial das instituições.
  • Contribuir para o desenvolvimento das capacidades de administrar pessoas, motivá-las, organizar grupos e formar lideranças.
  • Desenvolver habilidades de análise, planejamento e execução de projetos e obras ligadas a instituições religiosas.
  • Capacitar os participantes para utilização das metodologias de comunicação social, em especial com o uso das novas tecnologias.
  • Desenvolver conhecimentos de questões jurídicas nos campos trabalhista, previdenciário, tributário e de gestão de contrato.
  • Habilitar os participantes para gestão de instituições que trabalham com filantropia.
  • Capacitar as pessoas envolvidas em projetos de cunho social e religioso para obtenção de recursos.
  • Esclarecer tópicos sobre voluntariado e terceirização de trabalhos.

Público-alvo

Colaboradores, sacerdotes, religiosas(os) ou leigas(os), advogados, contadores, administradores e gestores de organizações religiosas, captadores de recursos, responsáveis por gerir as entidades religiosas e estudantes destas áreas, além de interessados no assunto.

Duração do curso

O curso terá 360 horas de formação, com 20 meses de duração.

Investimento

20 x R$ 443*

*A instituição se reserva ao direito de somente abrir turmas no caso de atingir o número mínimo de alunos.

Coordenação

Padre Edson Friedrichsen

Cronograma

As aulas estão previstas para o terceiro final de semana de cada mês, tendo início no dia 14 de junho.

Local do curso

Faculdade Vicentina
Av. Jaime Reis, 531A - São Francisco
Curitiba (PR) - CEP: 80510-010

 

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Nascido em Crato (CE), em 1844, Cícero Romão Batista foi ordenado padre em novembro de 1870 e tornou-se uma das figuras mais conhecidas no nordeste brasileiro. Para estudar mais profundamente os motivos que levaram a Igreja a condená-lo e, recentemente, reconcilá-lo, o professor Dr. Edimar Brígido, que faz parte do corpo docente da Faculdade Vicentina, entrevistou a Dra. Annette Dumoulin. A entrevista foi realizada no final de 2018 e publicada na Revista Eletrônica Correlatio (volume 17, número 2).

Sobre a entrevistada*: Annette Dumoulin nasceu em Liège, Bélgica, no ano de 1935. É mestre e doutora em Ciência da Educação, com especialização em Psicologia da Religião pela Universidade Católica de Lovaina, Bélgica. Foi professora nas faculdades de Teologia, Psicologia e Pedagogia da mesma universidade. É religiosa da Congregação de Nossa Senhora, e co-fundadora do Centro de Psicologia da Religião (CPR), que contribui com as pesquisas sobre a história e a vida de Padre Cícero. É autora das seguintes obras: O Padre Cícero por ele mesmo (2015); Em Sonho: uma Boa Conversa Entre o Romeiro Sebastião e Padre Cícero (2017); Padre Cícero: Santo dos Pobres, Santo da Igreja (2017).

*Currículo publicado na Revista Correlatio.

Confira parte da entrevista, a seguir.

A senhora poderia nos falar um pouco a respeito da importância da figura de padre Cícero para o povo do Sertão do Cariri?

Dra. Annette Dumoulin - Padre Cícero é, antes de tudo, o Padrinho do povo do Sertão, não somente do Cariri! Ele entrou nas famílias como um membro importante e respeitado: ancião, conselheiro, protetor, intercessor, santo. Não se trata de um “apadrinhamento” como acontecia com os “coronéis”.

Como o Padre Cícero foi rejeitado pela própria Igreja, durante dezenas de anos, sua devoção foi transmitida dentro das famílias, de pais para filhos, e se perpetua por gerações numa “catequese familial” (ver a carta do Cardeal Parolin, nº 5).

Nesse sentido, achamos que ser afilhado do Padrinho é percebido como uma valorização da identidade do afilhado, dando-lhe um sentimento de dignidade e de pertença.

Mesmo sendo uma figura tão carismática, despertando a simpatia de ricos e pobres, quais foram os principais motivos que levaram a Igreja a condenar padre Cícero, após o “milagre de Juazeiro”?

Dra. Annette Dumoulin - 1. Antes do fenômeno da transformação da hóstia em sangue, na boca de Maria de Araújo, (1/03/1889) os arquivos revelam a valorização desse sacerdote, não só pelos bispos de Fortaleza (Dom Luiz e Dom Joaquim), mas pelo clero que o procurava para conselhos, confissões...

2. O primeiro motivo foi o fato que dom Joaquim não tinha sido comunicado pessoalmente do fenómeno, mas por um artigo de jornal! A suposta desobediência de Maria de Araújo a uma ordem do Bispo (ir morar no Crato) confirmou para dom Joaquim que a Beata era embusteira e que o “milagre” era uma farsa.

3. Um segundo motivo foi de ordem teológica: pode ou não adorar os panos ensanguentados como sendo o próprio sangue de Cristo, segundo São Tomás de Aquino (latria-adoração ou dulia-veneração). As opiniões eram divergentes entre dom Joaquim e padre Cícero.

4. Depois de dois inquéritos contraditórios enviados na Sagrada Congregação do Santo Ofício, Roma condenou o fenômeno. Padre Cícero e outros padres que acreditavam no milagre foram suspensos de ordem.

5. Vendo que a quantidade de romeiros não diminuía, o Bispo considerou que era preciso que Padre Cícero saísse de Juazeiro. Comunicou essa opinião a Roma. Padre Cícero teve que sair sob pena de excomunhão. Ele foi para Salgueiro (Pernambuco) e pegou o navio para Roma. Voltou de Roma “perdoado”, com a promessa de guardar um “silêncio obsequioso” sobre o fenómeno. O que ele fez.

6. O Bispo ficou insatisfeito e só devolveu a padre Cícero a licença de celebrar fora de Juazeiro... tudo isso na tentativa de ver diminuir a afluência dos romeiros.

7. Quando se criou a diocese do Crato, o novo Bispo, dom Quintino, devolveu essa licença e Padre Cícero voltou a celebrar no Juazeiro; mas, por pouco tempo.

8. A “Guerra de 14” entre Franco Rabelo e Juazeiro reativou as condenações vindas de Roma. O terceiro Bispo de Fortaleza, dom Manuel, mandou mensagens ao Núncio que o Padre estava matando cristãos! Roma mandou um decreto de excomunhão, mas o Bispo, dom Quintino não aplicou a sentença e pediu ao Papa de retirar essa punição e devolver ao Padre a licença de celebrar. Roma atendeu parcialmente. A excomunhão foi revogada, mas o Padre foi “reduzido ao estado leigo”. É nessa situação que ele faleceu, recebendo os sacramentos como “leigo”.

Em 2015, nove anos depois do pedido feito pelo bispo Dom Fernando Panico, a Igreja atendeu a solicitação do prelado e reconciliou o padre Cícero com a Igreja. O que levou a Santa Sé a rever seu posicionamento inicial?

Dra. Annette Dumoulin - O bom senso e um estudo mais minucioso da vida do Padre Cícero! Além disso, a “teimosia” de milhões de romeiros apontando Padre Cícero como santo! Essa fidelidade impressiona quem observa e constata! “A voz do povo é a voz de Deus”! É o Cardeal Ratzinguer, então Presidente da Sagrada Congregação do Santo Ofício, que fez a proposta de reabrir o processo do Padre Cícero em vista de uma “reabilitação”. Esta se transformou em “reconciliação” deixando de lado as punições, e centralizando a questão sobre as “virtudes” humanas e pastorais do Padre Cícero e sua grande influência no Nordeste e no Brasil. É claro que o fato do Papa Francisco ser sul-americano deve ter influenciado esse novo posicionamento. Questão de sensibilidade e compreensão da realidade brasileira numa visão menos “canônica” e mais “humana”.

Para saber mais sobre a vida de Pe. Cícero e ler a entrevista na íntegra, clique aqui.

Daqui a poucos dias, um dos principais biblistas em atuação no Brasil estará na Faculdade Vicentina para duas palestras gratuitas, focadas na Campanha da Fraternidade 2019. O professor Dr. Matthias Grenzer é um dos autores do texto-base da campanha e proporcionará aos participantes um aprofundamento bíblico sobre o tema “Fraternidade e Políticas Públicas”.

Para adiantar um pouco do conteúdo que ele irá abordar nos dias 27 e 28 de março, o professor Matthias enviou o texto abaixo. Confira:

"Como eram as políticas públicas no tempo de Jesus? E como Jesus de Nazaré reagiu a tais políticas? De um lado, a região de Samaria e Judeia estava sendo administrada diretamente por um funcionário romano. Nos anos de 26 a 36 d.C., este era Pôncio Pilatos. De outro lado, na região da Galileia, de 4 a.C. a 39 d.C., governava ainda o herodiano Herodes Antipas. No entanto, também este se encontrava subjugado ao Império Romano. O povo judeu, por sua vez, sofria, neste contexto político, sobretudo com os impostos cobrados pelos romanos. Perdas de bens por meio de endividamentos e, consequentemente, a fome marcavam a época em que Jesus se propôs a anunciar o seu Evangelho da ‘vinda do Reino de Deus’. Tal boa nova, de certa forma, incluía uma clara contraproposta às políticas promovidas pelas hierarquias políticas, seja por parte do Império Romano, seja por parte das lideranças pertencentes ao povo judeu. Descobrir os marcantes pormenores do Evangelho anunciado por Jesus, especialmente em vista de políticas públicas que não visavam à sobrevivência digna de todos e à inversão do destino dos miseráveis, será a tarefa principal do encontro de estudos previsto aqui".

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Arte Campanha Fraternidade Prof. Matthias

Atendendo a uma demanda da comunidade e comprometida com o diálogo constante entre teoria e prática, a Faculdade Vicentina lança um curso novo de pós-graduação: Gestão de Instituições Sociais e Obras Religiosas, que está com inscrições abertas. Para saber mais sobre a importância desta temática na atualidade, confira a entrevista com o Pe. Edson Friedrichsen, coordenador do curso, que atua na administração da Congregação da Missão - Província do Sul e da Faculdade Vicentina.

Pe. Edson, o senhor poderia nos contar como surgiu a ideia deste novo curso de pós-graduação e qual a relevância deste conhecimento?

Pe. Edson: As instituições religiosas, hoje, estão enquadradas dentro de associações ou organizações religiosas, porém o mercado vê essas instituições como alguém que tem que contribuir, como empregadora. O mercado, juntamente com o Fisco, vê que precisa se enquadrar dentro do contexto de mercado. Mesmo que não venda um produto, uma instituição social ou religiosa presta um serviço. E esse serviço, de certa forma, é fiscalizado pelo governo. Por isso, é preciso saber gerenciar e prestar contas. A partir daí, veio a necessidade de oferecer aqui, entre os que estão dentro das instituições religiosas, ferramentas que permitam dar essa resposta diante da situação econômica e fiscal. E, dessa forma, evitar algum tipo de situação que venha tirar aquilo que é próprio da instituição, que atrapalhe sua missão. Porque, às vezes, o recurso nem precisa ser tão grande, mas acaba se perdendo pela falta de gerenciamento.

Em muitas instituições, vemos pessoas muito dedicadas que tiveram que assumir o papel de gerir e administrar, mas que não necessariamente foram preparadas para essa função. Então, o aprendizado acaba vindo somente na hora que a prática já está em andamento. Como melhorar este cenário?

Pe. Edson: Hoje, nós temos, em grande parte do Brasil, nas instituições religiosas e congregações, leigos que nos ajudam, com as suas ciências administrativas, contábeis, etc. Porém, é preciso que o gerente, o administrador ou o ecônomo responsável tenha condições de dialogar com essas ciências. E partir disso, então, dar segurança e respostas para os demais membros da instituição, que esperam transparência, esperam competência. Hoje, infelizmente, a economia é uma das questões que mais causa escândalo na sociedade. E nós, como instituições religiosas ou sociais, não podemos ferir com aquilo que é fundamental, que é a ética. Como administradores dentro deste contexto, precisamos saber dialogar com os diversos profissionais.

Uma boa gestão também é o que permite que a missão da instituição possa acontecer, não é?

Pe. Edson: Isso mesmo. A gestão precisa ser conduzida com muita responsabilidade para que não seja um empecilho, mas sim um suporte para que a instituição realize o que tem de mais importante, sua missão.

 

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>>> Leia mais: 10 razões para se inscrever na nova pós da FAVI

Aconteceu, nesta quarta-feira (27 de março de 2019), a primeira palestra do professor Dr. Matthias Grenzer, sobre a Campanha da Fraternidade deste ano, que tem como tema "Fraternidade e Políticas Públicas". Além da fundamentação bíblica sobre a política no tempo de Jesus, permeada pelos aspectos históricos, econômicos, culturais e sociais, o palestrante também respondeu às perguntas dos presentes, em uma noite de muito diálogo. A atividade foi realizada no auditório da Faculdade Vicentina, com o apoio das Livrarias Paulinas. E foi transmitida pelo canal da FAVI no YouTube. Confira a gravação.

Palestra do dia 27/03 - Parte 1:



Palestra do dia 27/03 - Parte 2:



A manhã seguinte contou com a fala de abertura do Pe. Ilson Luís Hübner, diretor geral da Faculdade Vicentina, e apresentações musicais de alunos do Seminário Diocesano Maria Mãe da Igreja, de São José dos Pinhais. Giuliano Cesar da Rosa tocou flauta e Matheus Ramiro Lemes Nunes, William Bruno Cirilo de Lima e Gabriel Negrello Barbosa apresentaram o Hino da Campanha da Fraternidade, em voz e violão. Na primeira parte da palestra, professor Matthias, mais uma vez, expôs como eram as políticas na época de Jesus e como Ele reagiu a tais políticas. Após o intervalo, respondeu às perguntas dos participantes.


Palestra do dia 28/03 - Parte 1:



Palestra do dia 28/03 - Parte 2:

 

Confira fotos do evento no álbum criado na página do Facebook da FAVI.

 

O Diretório Acadêmico Trinitates realizou, na manhã desta quarta-feira (20 de março de 2019), no auditório da Faculdade Vicentina, o primeiro evento acadêmico do ano, chamado "Cultura & Convivência Acadêmica", reunindo os alunos da graduação e professores presentes.

Na primeira parte da atividade, aconteceu o colóquio sobre o "Vazio existencial na sociedade contemporânea", do professor Dr. Cloves Amorim – graduado em Psicologia, especialista em Didática e Bioética, mestre e doutor em Educação, integrante do corpo docente da pós-graduação da FAVI.

Na segunda parte da manhã, a fala manteve a mesma temática, porém pelo viés da neurolinguística, com o professor doutorando Jair Passos – psicoterapeuta, psicólogo, pesquisador e coach executivo e de vida, graduado em Psicologia e em História e Estudos Sociais, mestre em educação.

Os professores instigaram os alunos a buscarem um sentido eficaz para suas vidas, diante de tantas formas de negligência do valor da mesma – como demonstram, por exemplo, os altos índices de violência que acabam em assassinatos e as diversas razões que levam a suicídios. “O objetivo foi tratar de uma temática importante para a vida dos discentes, sempre em processo de descobrimento de si, diante aos vários acontecimentos que desvalorizam e até secundarizam a liberdade de viver, normalmente causado por um vazio existencial. Por meio de um dia de convivência, sem perder o viés acadêmico”, explica Felipe Teider de Godoi, presidente do DA-FAVI.

A atividade também contou com apresentação musical dos alunos da FAVI e um café oferecido pelo Diretório Acadêmico.

Fotos: Geovanni C. de Luca.

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