Em razão dos 350 anos da Arquidiocese de Curitiba, do Jubileu de Ouro da CMPS e do mês extraordinário missionário de outubro, a Paróquia Nossa Senhora da Anunciação, da Colônia Dom Pedro, em Campo Largo (PR), está promovendo Missões desde o mês de maio de 2019. Elas acontecem ao final de cada mês, em uma comunidade diferente.

Além da presença da Congregação da Missão e dos missionários locais, destaca-se a união de forças entre a Congregação dos Consolatas e do Núcleo Santa Luiza de Marillac, grupo dos Missionários Leigos Vicentinos do Paraná (Misevi), de Prudentópolis, que se fez presente para visitar os moradores. 

Tem sido uma experiência marcante para a comunidade local e os missionários. E também para os alunos da FAVI que estão participando das ações, contando com o auxílio do pároco, Pe. Joelcio Saibot (que integra também a Direção Acadêmica da FAVI).

Já passaram mais de 90 missionários pela Comunidade Matriz, Colônia Figueiredo, Vila Dom Pedro e Cercadinho. Em setembro, para finalizar, a última etapa das Missões acontecerá na Colônia Rodrigues.

Colaboração: Celso Luiz Dias do Nascimento

Para celebrar o final do primeiro semestre e o início de um novo ciclo de estudo, os alunos da Faculdade Vicentina tiveram a iniciativa de realizar dois encontros para promover a convivência entre os discentes. Esses momentos aconteceram no Seminário Vicentino Nossa Senhora das Graças, um em junho e outro em agosto.

Foram tardes de lazer e esporte, incluindo um torneio de futebol e jogos, como xadrez e baralho. Em seguida, houve uma partilha entre as congregações que estavam participando (Diocese, Escalabrinianos, Consolatas, Xaverianos e Vicentinos). 

Pe. Ilson Luís Hubner, diretor geral da FAVI, destaca a importância de momentos como esses, de união e confraternização entre os alunos – que contribuem para fortalecer a formação e zelar pelas vocações. 

Colaboração: Celso Luiz Dias do Nascimento

Gestão sob a ótica dos documentos da Igreja foi o tema trabalhado durante o segundo módulo da pós-graduação em Gestão de Instituições Sociais e Obras Religiosas, cujas aulas aconteceram nos dias 19 e 20 de julho, na Faculdade Vicentina. A disciplina foi ministrada pelo professor Adilson Souza, superintendente do Instituto Axis de Belo Horizonte, que assessora diversas Congregações Religiosas, Arquidioceses e Dioceses, há mais de 20 anos.

“Foi uma abordagem ‘documental’, ou seja, extraí dos diversos, inúmeros e valiosos documentos da nossa Igreja vários pontos que cruzavam a área gerencial com a questão do patrimônio (bens, direitos e obrigações) da Igreja. E, ao mesmo tempo que o assunto era explanado e discutido, eu procurava trazer à tona experiências diversas em mais de 150 instituições eclesiásticas já atendidas ao longo de minha trajetória e os desafios das mesmas no seu dia a dia. Concomitantemente, os alunos - bem participativos - também colocavam suas experiências afins da entidade ao teor do material apresentado”, conta o professor.

Para ele, o final de semana de aulas em Curitiba foi muito produtivo: “O assunto me atrai, a causa me consome. Então, falar da Igreja, de documentos canônicos, das instituições diversas e das possibilidades de melhoria das mesmas, bem como da perenidade dos espaços de evangelização, é algo bem interessante e prazeroso”. 

Dimensão prática

A possibilidade de contribuir, de maneira prática, nos contextos em que os alunos estão inseridos também foi um aspecto de destaque deste módulo. “Acredito que, dado o enfoque legal dos documentos canônicos e da (breve) parte da legislação civil também abordada em alguns momentos, os alunos terão maiores e melhores possibilidades na gestão dos bens eclesiásticos e uma maior proteção aos mesmos. Os cases abordados em sala de aula poderão propiciar a todos uma boa experiência a ser traduzida na prática, dado que todos os cases citados são reais e ocorreram em instituições similares àquelas das quais os alunos fazem parte. Eu espero que o dia a dia de todos possa ser melhor gerenciado e os trabalhos possam ser conduzidos com uma leveza maior”, comenta o especialista.

Pos Gestao Mod 2 3Saiba mais sobre o professor

Adilson Souza é graduado em Matemática e Física. Possui especializações em Qualidade, em Gestão e em Meio Ambiente; MBA em Gestão Estratégica e MPA em Administração Pública. É mestre em Engenharia Metalúrgica. Fez dois cursos de gestão na Fundação Dom Cabral (especializada em Formação para Executivos). 

Também traz no currículo a experiência de cursos de curta duração em renomadas instituições internacionais. Na Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, estudou gestão de bens da Igreja e o Livro V do CDC. Já na Universidade de Roma, adquiriu mais conhecimentos sobre recuperação de créditos fiscais. E no Goddard College (EUA), a temática estudada foi inovação em educação.

Atuando como professor desde os 21 anos anos de idade, Adilson tem mais de 30 anos de vivência em salas de aula, em escolas de educação básica, cursos profissionais, técnicos, graduação, tecnólogos e especializações. Também já trabalhou na área industrial, durante a construção do aeroporto de Confins, em Belo Horizonte; foi diretor e gerente de escolas católicas na capital mineira e em Recife; diretor de escolas do SENAI e do SESI; gerente de um abrigo (antiga FEBEM) e de um presídio com metodologia APAC. 

Atualmente, é professor na Universidade de Itaúna, no Instituto São Tomás de Aquino (ISTA) e integrante do corpo docente da pós-graduação da FAVI. Além de ser responsável pela superintendência do Instituto Axis.

“Alteridade: outro modo de ser ou um modo de estar?”: este foi o assunto das reflexões da segunda edição do evento Diálogos Interdisciplinares, realizado na manhã do dia 24 de junho, no Auditório da FAVI. A conferência foi conduzida pela Ir. Dulcelene de Fátima Ceccato (SDS), que é mestre e doutora em Filosofia pela Pontificia Università Gregoriana de Roma, na Itália.

Alteridade 2“Este é um tema relevante e decisivo na Filosofia, um dos mais significativos do momento, para pensarmos como nos relacionamos com o outro”, disse o professor Bortolo Valle, na abertura do encontro.

Em sua exposição, Ir. Dulcelene apresentou a trajetória do termo alteridade na tradição filosófica e destacou os pensamentos de dois autores: Emmanuel Levinas e Rodolfo Kusch. “Falar de alteridade é uma urgência para a filosofia. Todos estamos implicados nesta realidade”, afirmou.

A palestrante também abordou a questão da naturalização da violência frente às diferenças, maneiras para minimizar as polarizações e consequências da evolução dos dispositivos tecnológicos, entre outros aspectos mencionados nos comentários e perguntas dos participantes.

Alteridade 3“O objetivo destes encontros é abrir janelas, para que a gente não fique somente na matriz curricular, mas tenha uma sensibilidade para os temas do nosso tempo”, explicou o coordenador do curso de Filosofia, professor Luiz Balsan, no encerramento.

 

Fotos: Geovanni C. De Luca

Direitos Humanos 1“Fundamentos filosóficos dos Direitos Humanos”: este foi o tema apresentado pela professora Dra. Karla Pinhel, na terceira edição do evento Diálogos Interdisciplinares, promovido mensalmente pela Faculdade Vicentina. A conferência aconteceu no dia 26 de agosto, no Auditório da FAVI, com a presença de alunos, professores e interessados no assunto.

Na abertura do encontro, o aluno Jordhan Victor Gularte Francisco, integrante do Diretório Acadêmico, apresentou um breve panorama das bases antropológicas e filosóficas que perpassam o tema.

“Os Direitos Humanos não são direitos que afetam apenas o indivíduo, mas também a coletividade, o bem-estar da sociedade”, destacou a palestrante, que é graduada em Direito, mestre e doutora em Filosofia e ex-consultora da Organização das Nações Unidas (ONU).

Universalidade, liberdade, dignidade, indivisibilidade e compaixão pelo sofrimento do outro foram alguns dos princípios explicados ao longo da conferência, que fundamentam os Direitos Humanos. 

Além de apresentar os principais filósofos que trataram destes princípios e os documentos que são marcos históricos dos Direitos Humanos, a professora Karla também abordou as críticas que a área vem recebendo desde suas origens até os dias atuais.

“Os Direitos Humanos são uma luta, um movimento, uma ação. Se não agirmos constantemente para que eles sejam defendidos, eles não serão realizados”, refletiu a especialista.

Ao final da manhã, os participantes puderam fazer perguntas e partilhar reflexões inspiradas pela palestra. Veja mais fotos na página da FAVI no Facebook.

Demonstrando o comprometimento do corpo docente com a área da pesquisa científica, a Faculdade Vicentina celebra o lançamento do livro Padre Cícero - Para fazer valer a justiça e a verdade. Trata-se de mais uma obra escrita pelo professor Dr. Edimar Brígido. Desta vez, o tema abordado foi o julgamento eclesiástico de Padre Cícero.

A publicação faz parte da coleção “Grandes julgamentos da história”, coordenada por Luiz Eduardo Gunther e Marcelo Bueno Mendes. O prefácio é assinado por René Ariel Dotti.

O livro é destinado aos alunos de Filosofia, Teologia, Direito e Ciências Humanas em geral. E já está disponível para aquisição por meio do site ou Televendas da Juruá Editora. Em breve, também em livrarias.

Resumo

Isento de adornos que possam macular os fatos, recorrendo ao mastro da ciência e à bússola da justiça, retornaremos ao Brasil de antigamente, quando reis e bispos detinham quase todo o poder e revisitaremos palácios e tribunais eclesiásticos a fim de reconstruir a hermética “questão jurídico-religiosa de Juazeiro”. “Para fazer valer a justiça e a verdade”, longe de abrir espaço para um acalorado revisionismo histórico, o que se pretende é analisar as partes do processo jurídico-episcopal que condenou padre Cícero Romão Batista ao banimento, evocando especial atenção ao que postulamos ser os quatro principais erros processuais – a precipitação; a informalidade; a injustiça; a interpretação – que, se observados a seu tempo, teriam resultado em um desfecho totalmente diverso daquele que foi proferido.

Leia mais: Entrevista sobre a condenação e o processo de reconciliação do Pe. Cícero - Dra. Annette Dumoulin

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No último final de semana (14 e 15 de junho), começaram as aulas da nova pós-graduação da Faculdade Vicentina, com enfoque na gestão de instituições sociais e obras religiosas. O momento de abertura, na noite de sexta-feira, contou com a presença do Pe. Edson Friedrichsen, coordenador do curso, e também do Pe. Joélcio Saibot e Josélio Teider, que fazem parte da equipe organizadora desta pós. Eles falaram um pouco sobre a instituição e a trajetória de aprendizados planejada para os próximos meses.

Gestão de Pessoas e Liderança foi o tema do primeiro módulo, ministrado pelo professor Luciano Aparecido de Mattos, mestre em Organizações e Desenvolvimento (com pesquisa em Gestão Estratégica do Conhecimento; pós-graduado em administração, com ênfase em Gestão Estratégica de Pessoas; e bacharel em Ciências Econômicas – títulos concedidos pelo UNIFAE Centro Universitário. O especialista tem experiência de 20 anos na área de Recursos Humanos e seus subsistemas. Já atuou em empresas de pequeno, médio porte e multinacional. Atua desde 2013 como Business Partner em RH/proprietário na Nader & Mattos Desenvolvimento Empresarial.

Os temas abordados neste primeiro encontro foram: gestão de pessoas, gerações no mercado de trabalho, gestão e desenvolvimento de pessoas e liderança situacional. “A experiência foi excelente, desde os alunos até a estrutura da Faculdade. Foi uma troca de experiências e aprendizado entre professor e alunos, gerando resultados positivos”, conta o professor.

Início Pós Gestão 2“Os temas de gestão e liderança apresentados em sala trouxeram à luz do conhecimento ferramentas e cases de gestão e desenvolvimento de ambiente organizacional. E, com uma discussão franca da realidade atual de liderança, apontaram os desafios, novos caminhos a seguir e os futuros resultados”, relata Luciano.

A Direção e a Equipe Acadêmica da FAVI agradecem pela confiança dos alunos desta primeira turma e desejam um ótimo curso a todos.

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