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O bacharelado em Teologia da Faculdade Vicentina é aberto a qualquer pessoa que possui o Ensino Médio completo, seja ela pertencente a alguma ordem religiosa ou não. A partir da ciência teológica, pode-se ressignificar a realidade atual e a busca pelo sentido da vida, em meio a tantas mudanças e verdades líquidas dos tempos atuais.

O curso tem 4 anos de duração e as aulas acontecem no período da manhã, ministradas por uma equipe de professores mestres e doutores. Ao todo, a matriz curricular é formada por 2.720 horas de aula, compreendendo três núcleos: fundamental, interdisciplinar e teórico-prático.

Realização de um sonho

Aula TeologiaNo ano de 2009, a analista de sistemas Jane Centenaro ingressou na graduação em Teologia. Dois anos antes, ela havia participado de um curso sobre teologia básica promovido pelo Instituto Arquidiocesano de Formação na Fé (IAFFE), da Arquidiocese de Curitiba – o que despertou seu interesse em aprofundar os estudos nesta área e cursar a graduação na FAVI.

Sobre os aspectos que mais chamaram a sua atenção e a fizeram escolher a instituição de ensino, Jane destaca: “Pareceu-me uma grade mais voltada para teologia sistemática. Pelos títulos das matérias e respectivas grades horárias, percebia-se a importância dada a cada uma delas. O que me fez esperar um maior aprofundamento”. Outro fator decisivo foi a formação dos professores: “o que mais tarde pudemos constatar a partir da nota que a faculdade recebeu do MEC, se não a maior, mas uma das maiores”.

Hoje, aos 56 anos, já formada, ela reconhece que a experiência exigiu muito estudo e perseverança. “De início, tive um sentimento de alienação, pois faltava familiaridade com a linguagem utilizada, que aos poucos e com a paciência dos professores e um sincero interesse em esclarecer e ajudar os alunos, foi sendo vencida essa dificuldade e tudo foi transcorrendo de forma a chegarmos à conclusão do curso. A turma era bem diversa, havia leigos solteiros, casados, religiosas e seminaristas. Inclusive um dos alunos pertencia a outra denominação religiosa”, conta.

Jane acredita que a graduação foi transformadora em sua vida: “colocou-me numa posição de quem compreende a própria fé e também com muito mais segurança para atuar na minha própria comunidade. Hoje, desempenho a função de secretária de uma paróquia e sinto-me bem preparada para receber todas as pessoas e atendê-las com muita serenidade e conhecimento suficiente para ajudá-las no que necessitam”.

Por isso, ela indica o curso a todas as pessoas que desejam aprofundar a fé. “Com certeza muda completamente a visão sobre a fé e a Igreja. Ter um conhecimento mais aprofundado faz com que a pessoa tenha mais tolerância e, ao mesmo tempo, saiba identificar o que, do ensinamento de Jesus, está sendo transmitido corretamente e o que está sofrendo desvio, podendo se posicionar ou não, conforme seu próprio entendimento”, afirma.

Conhecimento que se multiplica também com a participação de leigos

De amigo de um dos professores a aluno: assim foi o início da trajetória de estudos de Robinson Lourenço da Silva na Faculdade Vicentina, que fez parte da primeira turma de Teologia, formada por leigos e religiosos, de 2008 a 2011. Na opinião dele, o nível já começou altíssimo, com “professores escolhidos a dedo, que interagiam muito com os alunos, com uma qualidade de ensino diferenciada”.

Após o bacharelado, Robson também cursou as duas pós-graduações em Bíblia (com ênfase no Antigo Testamento e em Jesus Cristo), uma pós-graduação em Espiritualidade e, em 2018, ajuda a escrever a história da FAVI novamente, participando da primeira turma da especialização em Aconselhamento e Orientação Espiritual.

Além do vínculo como aluno, Robson fortalece sua relação com a instituição como funcionário. E os aprendizados de toda essa convivência com a comunidade acadêmica reflete-se também em seus trabalhos junto à Igreja, como ministro de eucaristia, catequista e parte da liderança comunitária. “Uma das frentes de meu trabalho hoje é falar com o público e multiplicar um pouco desde conhecimento”, relata.

Três motivos para cursar Teologia na FAVI

Celsita Stete passou a ser aluna da Faculdade Vicentina em 2009, por meio da graduação em Teologia, uma área que a interessava desde a infância. Desde então, não parou mais. Já está cursando sua quinta especialização. Quer saber quais são os aspectos que ela destaca sobre o curso?


Leia mais: O que os alunos da pós-graduação falam sobre a FAVI

Fotos: Geovanni C. De Luca 

O corpo docente da Faculdade Vicentina agora tem mais um integrante com doutorado completo. Aluísio von Zuben defendeu sua tese sobre lógica e filosofia da linguagem no dia 3 de outubro, pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), na linha de pesquisa de Filosofia Analítica.

O estudo – intitulado “Leibniz, Frege e o Tractatus de Wittgenstein: da dificuldade de notação à transcendentalidade da lógica” – foi orientado pelo Dr. Bortolo Valle, que também faz parte do corpo de professores da FAVI. Além do orientador, a banca examinadora foi composta por: Dr. Léo Peruzzo Júnior, Dra. Viviane Castilho Moreira (UFPR), Dra. Cristina Del Carmen Bosso e Dr. Andrés Stisman – estes dois últimos, da Universidade Nacional de Tucumán (Argentina), participaram por videoconferência.

Prof. Aluísio 3“O elemento que tem alguma novidade, ao menos na literatura do Brasil, é a comparação entre a filosofia de Leibniz e a do Tractatus, relação que precisa ser mediada por Frege, no que concerne à lógica. Essas filosofias também guardam semelhanças no âmbito da ontologia. Como a teoria da significação da linguagem, no Tractatus, tem seu fundamento na igualdade de forma lógica entre mundo e linguagem, isto permitiu unir estes três filósofos na medida em que reunimos a ontologia à lógica, para explicar a linguagem”, expõe Aluísio.

E complementa, sobre a trajetória de pesquisa e os autores referenciados: “Frege é um pensador restrito ao objetivo de deduzir a aritmética da lógica, o que o obrigou a expandir sua análise também sobre a linguagem. Já Leibniz é um filósofo que trata de tudo, sua filosofia é um grande sistema onde encontramos toda a tradição grega e medieval, bem como tematizações da ciência de seu tempo. Isso exigiu abordar a teoria das categorias de Aristóteles e suas implicações sobre o problema tomista e escotista do princípio de individuação. Por seu turno, o Tractatus logico-philosophicus tem o objetivo de resolver os problemas da filosofia por meio do método analítico da linguagem, cujo princípio é falar claramente ou se abster quando a clareza não é permitida pelas restrições de significação. O resultado disso foi que, nesse livro, Frege fica parecendo um pensador que desenvolveu um enorme sistema, enquanto Leibniz parece não ter se dedicado a quase nada. Efeito de ter Wittgenstein se obstinado tanto a aperfeiçoar a notação lógica, com muitos comentários e propostas de solução para aqueles problemas, e negado a possibilidade de toda metafísica, por impossibilidade de significação de suas proposições. Por fim, tratamos da transcendentalidade da lógica”.

“Gostei muito de fazer esta pesquisa, embora tenha sido muito trabalhosa, mas, como diz o povo com muita propriedade: ‘quem corre por gosto não cansa’”, conta o novo doutor.

Confira, abaixo, o resumo do trabalho.

Resumo da tese

Stegmüller afirmou que Wittgenstein, no Tractatus logico-philosophicus, dá tratamento inadequado a muitos termos filosóficos, como “substância” e outros, revelando seu desconhecimento da tradição da filosofia, o que, paradoxalmente, tornaria a obra mais facilmente compreensível para os amadores do que para os profissionais. Nossa tese consiste em mostrar que Wittgenstein teve conhecimento suficiente da tradição filosófica, sem o que não se poderiam colocar os problemas que se dispôs a enfrentar, e que seu tratamento dos termos decorre do rigor de seu método, consistente em usar a linguagem respeitando-se seus limites de significação, apresentados por meio de sua teoria da afiguração, cujo fundamento é a igualdade de forma lógica entre mundo, pensamento e linguagem. Este isomorfismo lógico pode ser mostrado por meio de uma notação lógica adequada, o que foi elaborado pelos desenvolvimentos da Conceitografia de Frege como efetivação de um ideal de Leibniz, cuja metafísica abrange temas tradicionais da filosofia grega e medieval, particularmente sua Monadologia, apresentando elementos de semelhança com a ontologia do Tractatus, tais como as concepções de espaço e tempo, espaço lógico e mundos possíveis, a relação entre necessidade e contingência e a negação da causalidade. A igualdade de forma lógica entre linguagem e mundo foi primeiramente sistematizada, embora não nestes termos, pela teoria das categorias de Aristóteles, cuja lógica adotou o modelo gramatical de sujeito-predicado e que se manteve até o novo modelo apresentado pela Conceitografia de argumento-função, decalcado da aritmética, permitindo a criação da notação lógica idealizada por Leibniz, mas obstruída pelo tradicional padrão aristotélico apegado à linguagem natural. Este vínculo de Leibniz com a memória aristotélica pôde ser evidenciado pela aproximação entre a teoria de Leibniz, da presença do predicado na noção do sujeito nas proposições verdadeiras, tanto idênticas como contingentes, enraizado na concepção leibniziana de substância individual e na dupla interpretação aristotélica dos termos, e conceitos, em bases de intensão e extensão, bem como os problemas do transcurso, ou descensus, do universal ao singular, a exemplo da discutível legitimidade do modo Darapti, quando confrontado aos diagramas de Venn, e justificado por meio dos recursos da suppositio e ampliatio dos medievais. Tematizações decorrentes da noção de substância primeira e segunda de Aristóteles, ilustrativas dos insuperáveis problemas aos quais os filósofos foram inevitavelmente enredados por sua adesão à estrutura sujeito-predicado. As virtudes da notação conceitográfica foram expostas, principalmente, por meio de sua solução do significado de “verdadeiro” e “existência”, bem como pela análise da fórmula (69), com o que se evidenciou a autonomia da lógica relativamente ao mundo e aos portadores de ideias, possibilitando a Wittgenstein identificar o espaço lógico e declarar a transcendentalidade lógica, manifestando o rigor de seu método e razão de seu tratamento de termos como “substância”, alvo da infeliz reprovação de Stegmüller.

Luiz Balsan, professor da Faculdade Vicentina, acaba de publicar a obra intitulada Teologia Pastoral. À luz da teologia do Bom Pastor, amplamente elaborada pela literatura bíblica, o autor apresenta a ação pastoral nas suas dimensões de ciência e arte.

Prof. Luiz Balsan Livro Teologia PastoralA obra faz parte da série Princípios de Teologia Católica e está disponível no site da editora Intersaberes.

O corpo docente da FAVI celebra mais esta conquista, que representa a importância que a produção científica tem na instituição e colabora com a partilha de conhecimento.

Sobre o autor

Professor Luiz possui graduação em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, mestrado em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, mestrado em Ciências da Educação pela Università Pontificia Salesiana e doutorado em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana. Além de lecionar, atua como coordenador do curso de Filosofia e da pós-graduação na Faculdade Vicentina. Pesquisa, principalmente, as áreas de Teologia, Espiritualidade, Filosofia e Ética.

A Faculdade Vicentina comemora a publicação de mais um livro escrito por um integrante de seu corpo docente. Jean Calas: no tribunal da intolerância é de autoria do professor Edimar Brígido e faz parte da coleção “Grandes julgamentos da história”, coordenada por Luiz Eduardo Gunther e Marcelo Bueno Mendes.

“O que me motivou a escrever a obra foi o crescente ativismo judicial que estamos assistindo nos últimos anos, especialmente no Brasil. A obra demonstra que o judiciário, quando influenciado por forças políticas ou religiosas (como no caso de Jean Calas), acaba por promover o oposto à justiça”, conta o autor.

“A pesquisa histórica foi realizada em seis meses, em textos em francês do século XVIII. A análise e a construção da obra durou mais seis meses, totalizando um ano de trabalho”, relata Edimar.

O livro já está disponível no site da Juruá Editora. E a partir de agosto, também poderá ser encontrada nas principais livrarias da cidade.

Sinopse da obra

Como um trovão irrompendo na serenidade de um belo dia, Voltaire denunciou um caso de injustiça que dizimou uma família inteira e marcou a sociedade francesa, nas últimas décadas que precederam a Revolução de 1789.

Um caso seminal de julgamento e condenação de um inocente, sob o ardiloso manto do cumprimento da justiça, motivado pela intolerância, pelo fanatismo religioso e pelo clamor das massas que perversamente ocupavam as ruas em forma de protesto.

Nesse solo de horrores, onde muitas vezes prevalecem o obscurantismo e a superstição, em prejuízo da razão e do bom senso, o filósofo iluminista lança um forte manifesto em defesa da verdade, da tolerância universal, da liberdade individual e da justiça. Jean Calas, pequeno comerciante da cidade de Toulouse, foi condenado a pena capital no conturbado ano de 1762. Seu único crime, ao que tudo indica, foi professar uma fé diferente daquela que era professada pela maioria.

A obra encontra-se ancorada em uma análise filosófica que expõe a fragilidade do sistema de justiça francês, propondo uma reconstrução das imediações e das motivações que serviram de palco para o julgamento que resultou em um dos maiores erros judiciais da história moderna.

Sobre o autor

Edimar Brígido é graduado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com Especialização em Ciências da Religião pela Facel, e Especialização em Filosofia com ênfase em Ética pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. É mestre e doutor em Filosofia pela mesma universidade. Atualmente, tem trabalhado com as disciplinas de Direito e Filosofia, Filosofia da Linguagem, Filosofia da Ciência, Filosofia da Natureza, Ética e Seminário de Pesquisa Científica.

Paulo: contextos e leituras. Este é o título de mais um livro que faz parte da produção científica do corpo docente da Faculdade Vicentina em 2018. A obra foi organizada pelo professor Fabrizio Zandonadi Catenassi, da FAVI, e por Telmo José Amaral de Figueiredo.

“O livro resgata as principais contribuições dos pesquisadores da área de pesquisa bíblica hoje, com relação a Paulo. Aqui no Brasil, é o livro mais atual, que traz os últimos conceitos, descobertas e as mais recentes provocações, que vêm diretamente da Europa, inclusive”, explica Fabrizio.

Livro sobre Paulo professor Fabrizio 2Além de organizador da publicação que reúne contribuições de autores brasileiros e europeus, o professor da FAVI também coordenou a tradução de um premiado texto de 670 páginas, chamado "Paulo e o dom", obra de uma das principais autoridades no assunto: John Barclay (Durham University - Reino Unido).

A obra foi lançada durante o VIII Congresso Internacional de Pesquisa Bíblica, promovido pela Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (ABIB), de 17 a 30 de agosto, em Curitiba. E colabora para os avanços referentes à Teologia Paulina e para a discussão dos desafios para a pesquisa na atualidade.

Sobre o organizador

Fabrizio Zandonadi Catenassi (do lado esquerdo da foto) é graduado em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. É mestre e doutorando em Teologia, pela mesma instituição. Foi membro da diretoria da Red de Teologos y Teologas do CEBITEPAL (CELAM) e, atualmente, é membro da diretoria da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica. É colaborador do Setor de Universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e um dos coordenadores da revista Estudos Bíblicos, da editora Vozes. Pastoralmente, assessora cursos para formação de leigos, diáconos e sacerdotes no Brasil, na América Latina e no Caribe.

 

Foto: Rosane Moreira

Foto: Jcomp - Freepik

A proximidade de uma data tão importante para a história do Brasil (marco da independência no dia 7 de setembro), somada às notícias recentes sobre o Museu Nacional do Rio de Janeiro e à abertura do período eleitoral, tem feito muita gente pensar ainda mais sobre o futuro do país e a participação política.

De origem grega, a palavra política vem do termo polis (cidade-Estado). E desde a Antiguidade, está ligada ao campo da atividade humana que se refere à cidade, à administração pública e ao conjunto dos cidadãos.

O conceito grego de política também está associado à ideia de bem comum e da ética como fundamento da vida em coletividade – algo que permanece como um ideal a ser alcançado em nossos dias.

Filosofia política

A partir da obra intitulada Política, de Aristóteles, passou-se a se falar também de filosofia política – que, entre outros aspectos, engloba reflexões sobre poder, Estado, regimes políticos e formas de governo, liberdade e participação das pessoas na vida pública. Temáticas que são discutidas há tanto tempo e que ainda são tão atuais e necessárias, frente às constantes transformações do mundo e do país em que vivemos.

Não é a toa que a disciplina de Filosofia Política faz parte da matriz curricular do segundo ano do curso de Filosofia da FAVI, como parte da formação daqueles que escolhem se dedicar aos questionamentos sobre os diversos temas que envolvem a vida e a sociedade. E também aprendem a reconhecer os direitos e deveres de cada cidadão.

É preciso ressaltar, no entanto, que a participação política é uma responsabilidade que compete a todos, não apenas aos filósofos. Principalmente neste momento de escolhas eleitorais. Mais do que nunca, faz-se necessária a busca de informação confiável, de conteúdos de qualidade e com múltiplas perspectivas, para uma visão ampla dos candidatos e suas propostas, assim como uma visão do que nós mesmos queremos para nosso país.

A Faculdade Vicentina busca a promoção integral do ser humano, por meio da educação superior de qualidade. Para isso, conta com uma equipe de professores mestres e doutores, profissionais competentes e alunos dedicados. E para compreender quais aspectos são mais valorizados na formação e no cotidiano da instituição, a FAVI pediu que alunos da pós-graduação que concluíram seus estudos neste ano fizessem um relato sobre suas experiências.

Currículo dos cursos, estrutura e ambiente acolhedor

As estruturas curriculares dos cursos oferecidos logo chamaram a atenção de Cleverson Leandro da Silva, professor de 38 anos que ingressou na especialização em Bíblia 1, com ênfase em Jesus Cristo, em 2012. E, recentemente, terminou a especialização em Bíblia 2, com foco no Antigo Testamento. “Minha experiência na FAVI foi ótima, tanto é que, na minha segunda pós-graduação na instituição, convidei minha esposa e cursamos juntos o curso de Bíblia. Difícil é dizer o que mais gostei na FAVI, pois são muitos os pontos positivos: o ambiente gostoso e acolhedor, o nível de formação dos professores, a estrutura da instituição, a assessoria da coordenação, a rica biblioteca, o bom atendimento e atenção de todos os funcionários, as boas amizades que fiz no curso e, sobretudo, o ensino sempre focado na vivência cristã”, conta.

Cleverson afirma que tem a intenção de continuar estudando e que a Faculdade Vicentina contribui com a sociedade, preparando as pessoas para a vida. “Os cursos que fiz na instituição me proporcionaram entender, pelo uso da razão, a minha fé. Ajudaram a sistematizar o que já trazia no coração”, reconhece o aluno.

Ampliação do campo de visão e amadurecimento

IMG 8596O seminarista Fernando Sales da Silva, de 29 anos, classifica sua experiência na FAVI como excelente. “Os professores são ótimos. O clima fraterno, a amizade entre os alunos e a atenção dos colaboradores fazem a diferença”, declara.

Fernando começou a pós-graduação em Espiritualidade em 2015 e destaca como pontos positivos: a grade curricular, o bom atendimento e a atenção recebida quando precisou de informações. Sobre o conteúdo, ele avalia que “amplia o campo de visão, fornecendo condições de refletir sobre as diversas teorias, possibilitando assim uma nova prática pastoral, também um processo de amadurecimento espiritual”.

Experiência de vida transformadora

Por intermédio de colegas da Congregação das Irmãs da Divina Providência, Ir. Maria José de Lima conheceu a Faculdade Vicentina e ingressou na pós-graduação em Espiritualidade, em 2016, interessada nas disciplinas que compõem o curso.

Hoje, com 58 anos de idade e toda a experiência como agente de Pastoral, pode afirmar que o curso fez diferença em sua vida: “me ajudou a querer continuar aprofundando temas relacionados à espiritualidade e à Bíblia. A experiência de vida de alguns professores, testemunho de compromisso com o projeto de Jesus Cristo, me edificaram”.

No decorrer dos módulos, além dos conteúdos, Ir. Maria José também passou a valorizar a preparação das aulas, o ambiente harmonioso e familiar, o relacionamento entre os alunos e os professores e funcionários, a biblioteca e o fácil acesso aos livros necessários. “O curso é muito bom pelo seu conteúdo e possibilita aprofundamento dos temas, pela bibliografia oferecida. Amplia os conhecimentos para o trabalho, seja na Pastoral ou na Congregação, como também para o crescimento pessoal”.

Conteúdo diversificado, aspecto humano e práticaGladis na Biblioteca1

Para Ir. Francisca Machado Sombrio, de 59 anos, que também atua no serviço pastoral, a possibilidade de aliar teoria e prática foi um ponto essencial para sua escolha pela especialização em Espiritualidade. “Chamou-me a atenção o conteúdo programático tão diversificado, dando a entender que possibilitaria um amplo conhecimento da espiritualidade. Isso me fez perceber que se tratava do curso que desejava fazer, pois me ajudaria a compreender melhor os diferentes aspectos da espiritualidade e, consequentemente, colocar em prática na minha vida e missão. (...) Com certeza, indico o curso para outras pessoas consagradas ou leigas, pois ele é de grande importância para quem deseja aprofundar seus conhecimentos teóricos e fortalece para a vivência pessoal da espiritualidade”.

“Com conteúdos muito próprios e professores competentes, diálogos e leituras, o curso possibilitou ampliar meus conhecimentos na área da Teologia, principalmente no aspecto da Espiritualidade. Fortaleceu minha própria experiência pessoal da espiritualidade cristã, dando mais fundamento para minha Vida Consagrada e missão”, relata a religiosa.

Ir. Francisca também destaca a compreensão e o apoio da coordenação aos participantes de outros estados e aos alunos muito ocupados, com atendimento personalizado e envio frequente de recados e recomendações. “Percebi se tratar de uma faculdade que não perde sua qualidade, tendo bastante presente o lado humano do aluno, pois cada aluno tem seu interesse em fazer o curso. Tanto com os professores, como com os colegas, o clima foi de muita fraternidade”, explica.

Por que estudar na Faculdade Vicentina?

Aluna da Faculdade Vicentina desde 2009, Celsita Maria Graciela Diaz Stete já concluiu a graduação em Teologia e quatro cursos de pós-graduação. Em 2018, iniciou a quinta especialização na FAVI. Conheça um pouco desta história de amor ao conhecimento:



Depois de uma trajetória profissional bem-sucedida, Celsita decidiu estudar uma área que a interessava desde a infância. Neste vídeo, ela conta quais são as razões que a fazem escolher a Faculdade Vicentina e desejar continuar os estudos.



Fotos: Geovanni C. De Luca e arquivo da FAVI

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