No dia 26 de fevereiro realizou-se o passeio e o dia de confraternização dos discentes da Faculdade Vicentina. Tudo foi cuidadosamente preparado pelo Centro Acadêmico. Aos participantes não foi pedida outra coisa que desfrutar das lindas e calmas trilhas no meio do bosque, da beleza da natureza e da paz que transparece das lindas cascatas de água cristalina. Cada um se divertiu como achou melhor. Do vôlei, ao jogo do truco e às canções animadas acompanhadas ao ritmo do violão.

Muitos se arriscaram até a um banho na piscina, mas cá entre nós: que aguinha gelada aquela, não? Eu até acho que alguém deve ter sacaneado e colocado uma barra gelo sem avisar a gente. Mas mesmo assim foi um banho gostoso, assistido lá de cima pelo sol que às vezes brincava de se esconder atrás das nuvens para depois se mostrar em toda a sua beleza e esplendor. No final, aquela sensação de que valeu a pena e a pergunta; “quando é mesmo que será o próximo?”. 

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Dom José Mario Scalon Angonese, na presença do pe. Fabiano Spisla,  provincial da Congregação da Missão, de outros sacerdotes e de um grande número de fiéis deu posse ao pe. André Marmilicz como pároco de Santa Candida.

A celebração foi densa de emoção e significado. No coração das centenas de paroquianos de Nossa Senhora das Dores, onde o pe. André trabalhou como pároco nos últimos 10 anos, uma gratidão profunda por motivos muito concretos: "Ele renovou  nossa paróquia tanto materialmente quanto espiritualmente".

No coração dos paroquianos de Santa Cândida o abraço afetuoso de quem acolhe com alegria e a promessa da corresponsabilidade na grande obra da evangelização.

Em suas palavras o pe. André lembrou que a obediência prometida em sua consagração religiosa compreende esta disponibilidade a estar sempre pronto para partir e assumir novas responsabilidades. Com coração livre e confiante, próprio dos Homens de fé, disse que em seus anos na paróquia de Nossa Senhora das Dores não mediu esforços e que esta mesma doação vai ser agora experimentada pelos paroquianos de Santa Cândida. Lembrou que na Igreja não ha donos e sim servos: estamos todos a serviço de Jesus Cristo e do seu Reino. Contagiando a todos com sua presença carismática lembrou que a mensagem forte é aquela que, mais que com palavras e ações, se expressa pelo nosso próprio ser. A Igreja que evangeliza não é aquela que vive na tristeza da Sexta-feira, mas na alegria contagiante do Domingo da Ressurreição.

Com lindas palavras de encorajamento, Dom José Mário lembrou o quanto é importante a proximidade da comunidade e a corresponsabilidade na missão. Abençoados por Deus os participantes foram convidados concluir este momento de confraternização no almoço preparado pelos paroquianos de Santa Cândida. No coração de todos a alegria, a esperança e o desejo de continuar na comunhão fraterna e no serviço ao Reino de Deus. 

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Ao longo de toda a história da humanidade, ninguém teve tantos seguidores e ninguém fascinou tantas pessoas como aquele que são Marcos nos diz que passou fazendo o bem. Muito já se falou sobre Ele, mas a beleza e o mistério que o envolve fazem crescer cada vez mais o desejo de conhecê-lo melhor, assim como o fizeram os seus primeiros discípulos.  O curso de Bíblia 1 centraliza sua atenção na pessoa de Jesus Cristo.

Com uma perspectiva diferente, Bíblia 2 coloca sua ênfase no Antigo Testamento. São tantas as páginas e episódios que estão profundamente enraizadas no imaginário de grande parte da humanidade. Páginas densas de experiência e sabedoria espiritual que nem sempre se consegue compreender na sua profundidade, mas que podem ajudar a entender melhor o ser humano e o sentido de sua existência.

Ambos os cursos iniciam no dia 11 de março. Para conhecer mais assista o Vídeo sobre as Pós-graduações na Faculdade Vicentina.

Durante a Quaresma a Igreja no Brasil intensifica a Campanha da Fraternidade (CF), com o objetivo de incentivar os empreendimentos de caráter humanitário e cristão, levando o povo a construir o bem comum. No Evangelho, Jesus demonstra atitudes concretas voltadas à solução de conflitos de interesses. O que Ele mesmo vive, tenta fazer com que nós vivamos também: o amor ao Pai e ao próximo. Daí decorre a vida fraterna, solidária, serviçal. O processo gradativo da evangelização importa na responsabilidade de todos, unindo seus esforços em função da promoção da dignidade da vida humana.

A CF 2016 traz a vasta temática da água. Sugestivamente cita o profeta Amós 5, 24: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”, e traz como lema: “casa comum, nossa responsabilidade”. A segurança hídrica vincula-se a políticas públicas voltadas à saúde e à educação da população. Se quisermos qualidade de vida é preciso reeducar-nos para obtê-la, garantindo os recursos hídricos. Importa no saneamento básico, na preservação dos mananciais, evitando o assoreamento, a poluição dos rios e dos oceanos, o gerenciamento da distribuição da água para uso humano, animal, produção agrícola, etc. A água possui um valor incalculável pelos benefícios que traz, contudo esse bem é finito e escasso. A vida no planeta está ameaçada por falta d’água tratada. Não podemos desperdiçá-la.

O programa “Viva Água”, plano emergencial de enfrentamento à estiagem, do Governo do Estado da Paraíba, em curso, prevê práticas que solucionam efetivamente o grave problema da falta d’água e estabelece ações preventivas de convivência no semiárido. Nossa população precisa envolver-se nessa política hídrica estrutural, política de preservação e cuidado sustentável. Note-se que a temática da CF 2016 abrange a Quaresma porque, na esfera espiritual, cuidar dos recursos da natureza significa favorecer à vida saudável, à vida em abundância (Jo 10, 10). Isso importa em evitar doenças endêmicas que se proliferam pela escassez de água e de alimento. Jesus vinculou as obras de misericórdia às práticas da vida qualificada: dar de beber e de comer a quem tem sede e fome. Não obstante a recessão socioeconômica pela qual passamos, o projeto Viva Água garante as etapas de investimentos em obras orçadas em R$ 133 milhões, em diversos sistemas de abastecimento, sobretudo em localidades de carência absoluta. Incluídas barragens subterrâneas e de terra, trincheiras, poços artesianos, etc. Concomitantemente, o saneamento básico.

 

Dom Aldo Pagotto

 

Arcebispo da Paraíba

 

Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18145:cf-2016&catid=198&Itemid=204

O papa Francisco nomeou hoje, dia 17 de fevereiro de 2016, o padre Ricardo Hoepers como o novo bispo da diocese de Rio Grande (RS). Pe. Ricardo é o atual pároco da paróquia Santo Agostinho em Curitiba, PR.

O Padre Ricardo, é especialista e mestre em Bioética e doutor em Teologia Moral. Na Faculdade Vicentina ministrava a disciplina de Moral da vida – Bioética.

 

Ao agora nomeado Bispo, Pe. Ricardo, o nosso muito obrigado por estes anos de contribuição à Faculdade Vicentina e votos de felicidades em sua nova missão. 

 

Com a celebração eucarística presidida por Dom Francisco Carlos Bach, bispo da diocese de São José dos Pinhais, concelebrada por um grande número de sacerdotes, diocesanos e religiosos e com a aula magna ministrada pelo professor Ms. Edimar Brígido, a Faculdade Vicentina deu início ao ano acadêmico 2016. A homilia de Dom Francisco e as palavras do professor Edimar chamaram a atenção para as mudanças culturais que estamos vivendo. Sua profundidade nos permite falar de uma mudança de época. Neste momento de crise gerado pela ausência de valores e de verdades reconhecidas como tais, a filosofia e a religião mantém todo o seu valor. A reflexão filosófica bem como a religião apresentada como proposta livre de imposição podem oferecer pontos de referência para o homem contemporâneo encontrar um novo sentido para a sua existência e sobretudo o desejo de ser melhor e mais humano.

O momento foi marcado pela alegria do reencontro dos que já se conheciam, pela expectativa por parte de quem está apenas ingressando na comunidade acadêmica da Favi e em todos pela esperança de estar apenas iniciando um ano rico de aprendizado e realizações.

A Direção, por sua vez, quer expressar seus melhores votos a todos para este novo ano acadêmico que se inicia.

A abertura oficial da CFE aconteceu na Quarta-feira de Cinzas, 10, na sede da CNBB, em Brasília

“Ela propõe cada ano uma motivação comunitária para a conversão e a mudança de vida”, escreveu o papa Francisco, em mensagem por ocasião da abertura oficial da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2016. Durante evento realizado na Quarta-feira de Cinzas, 10, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi lido o texto enviado pelo Vaticano.

Na mensagem, Francisco recorda que esta é a quarta vez que a CF é promovida com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic). Lembra, ainda, que a Campanha cruza fronteiras, pois é feita em conjunto com a Misereor, entidade episcopal da Igreja Católica na Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento de países da Ásia, da África e na América Latina. 

O papa destaca que a Campanha da Fraternidade deste ano trata de uma temática importante para a vida do planeta. “O objetivo principal deste ano é o de contribuir para que seja assegurado o direito essencial de todos ao saneamento básico. Para tanto, apela a todas as pessoas convidando-as a se empenharem com políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum”, disse o papa. 

Ainda no texto, Francisco convida a todos para a vivência da Quaresma, a partir de ações concretas de cuidado com o meio ambiente. “Eu os convido, principalmente durante esta Quaresma, motivados pela Campanha da Fraternidade Ecumênica, a redescobrir como nossa espiritualidade se aprofunda quando superamos ‘a tentação de ser cristãos, mantendo uma prudente distância das chagas do Senhor’ e descobrimos que Jesus quer ‘que toquemos a carne sofredora dos outros’, dedicando-nos ao ‘cuidado generoso e cheio de ternura’ de nossos irmãos e irmãs e de toda a criação”. 

 

Confira a íntegra da mensagem:

 

Mensagem do Papa Francisco por ocasião da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016

Queridos irmãos e irmãs do Brasil!

Em sua grande misericórdia, Deus não se cansa de nos oferecer sua bênção e sua graça e de nos chamar à conversão e ao crescimento na fé. No Brasil, desde 1963, se realiza durante a Quaresma a Campanha da Fraternidade. Ela propõe cada ano uma motivação comunitária para a conversão e a mudança de vida. Em 2016, a Campanha da Fraternidade trata do saneamento básico. Ela tem como tema: “Casa comum, nossa responsabilidade”. Seu lema bíblico é tomado do Profeta Amós: “Quero ver o direito brotar como fonte e a justiça qual riacho que não seca”. (Am 5, 24).

É a quarta vez que a Campanha da Fraternidade se realiza com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). Mas, desta vez, ela cruza fronteiras: é feita em conjunto com a Misereor, iniciativa dos católicos alemães que realiza a Campanha da Quaresma desde 1958. O objetivo principal deste ano é o de contribuir para que seja assegurado o direito essencial de todos ao saneamento básico. Para tanto, apela a todas as pessoas convidando-as a se empenharem com políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.

Todos nós temos responsabilidade por nossa Casa Comum, ela envolve os governantes e toda a sociedade. Por meio desta Campanha da Fraternidade, as pessoas e comunidades são convidadas a se mobilizar, a partir dos locais em que vivem. São chamadas a tomar iniciativas em que se unam as Igrejas e as diversas expressões religiosas e todas as pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico. O acesso à água potável e ao esgotamento sanitário é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da pobreza e da fome, para a superação dos altos índices de mortalidade infantil e de doenças evitáveis, e para a sustentabilidade ambiental.

Na encíclica Laudato Si´, recordei que “o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos” (n.30) e que a grave dívida social para com os pobres é parcialmente saldada quando se desenvolvem programas para prover de água limpa e saneamento as populações mais pobres (cf. ibid.) E, numa perspectiva de ecologia integral, procurarei evidenciar o nexo que há entre a degradação ambiental e a degradação humana e social, alertando que “a deterioração do meio ambiente e da sociedade afetam de modo especial os mais frágeis do planeta” (n. 48).

Aprofundemos a cultura ecológica. Ela não pode se limitar a respostas parciais, como se os problemas estivessem isolados. Ela “deveria ser um olhar diferente, um pensamento, uma política, um programa educativo, um estilo de vida e uma espiritualidade que oponham resistência ao avanço do paradigma tecnocrático” (Laudato Si´, n. 111). Queridos irmãos e irmãs, insisto que o rico patrimônio da espiritualidade cristã pode dar uma magnífica contribuição para o esforço de renovar a humanidade. Eu os convido, principalmente durante esta Quaresma, motivados pela Campanha da Fraternidade Ecumênica, a redescobrir como nossa espiritualidade se aprofunda quando superamos “a tentação de ser cristãos, mantendo uma prudente distância das chagas do Senhor” e descobrimos que Jesus quer “que toquemos a carne sofredora dos outros” (Evangelii Gaudium, n. 270), dedicando-nos ao “cuidado generoso e cheio de ternura” (Laudato Si´, n. 220) de nossos irmãos e irmãs e de toda a criação.

Eu me uno a todos os cristãos do Brasil e os que, na Alemanha, se envolvem nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, pedindo a Deus: “ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho para a vossa luz infinita. Obrigado porque estais conosco todos os dias. Sustentai-nos, por favor, na nossa luta pela justiça, o amor e paz (Laudato Si´, n. 246). Aproveito a ocasião para enviar a todos minhas cordiais saudações com votos de todo bem em Jesus Cristo, único Salvador da humanidade e pedindo que, por favor, não deixem de rezar por mim.

 

Papa Francisco 

 

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