O Centro Acadêmico de Filosofia da Faculdade Vicentina está organizando um Café Filosófico para o dia do Filosofo que é comemorado na data de 16 de agosto.  Tomando como ponto de referência o ano jubilar extraordinário da Misericórdia publicado pelo papa Francisco no dia 11 de abril de 2015 e iniciado em 08 de dezembro do mesmo ano, o prof. Dr. Bortolo Valle fará uma fala sobre “O rosto na perspectiva da misericórdia” e, na sequencia, segue a conversa com os participantes. O evento, aberto a toda a comunidade acadêmica da Favi, bem como a toda a comunidade civil, será realizado no auditório da Faculdade Vicentina com início previsto para as 09:30hs. Inicia-se assim a comemoração dos dez anos da Favi. Desde já, sejam todos bem-vindos.

O Curso de Bacharelado em Teologia, reconhecido pelo MEC, oferece uma sólida reflexão sobre temas pertinentes à vivência da fé no mundo contemporâneo, fundamentada na Palavra de Deus e na Tradição da Igreja. 

O Curso de Teologia da Faculdade Vicentina é aberto a todos que possuem Ensino Médio completo, sejam leigos ou religiosos.

Data do Vestibular: 26 de julho de 2016 (terça-feira) às 8h.

 

 

 

 

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Nos últimos vinte anos, tem-se a impressão de estar diante de uma verdadeira invasão dos movimentos espirituais orientais no Brasil. Cada vez mais, conquistam seu espaço no universo religioso brasileiro. Os movimentos religiosos hinduístas como Yôga, Meditação Transcendental e as práticas budistas como Vipassana e Zen estão agradando principalmente a classe média brasileira das principais cidades do país. Essa tendência aponta para uma mudança do paradigma religioso que até agora foi sustentado pelo cristianismo. Entre os adeptos cristãos, encontramos um elevado número que adere a esses movimentos espirituais e ao mesmo tempo pratica sua religião sem apresentar conflitos internos. Este foi o tema do módulo da Pós-graduação em Espiritualidade, realizado na Faculdade Vicentina, nos dias 20 e 21 de maio. O objetivo do módulo é aprofundar as principais manifestações religiosas orientais para, em seguida, analisar sua influências na espiritualidade do Ocidente. Como ponto de chegada, busca-se identificar pontos de encontro entre estas tradições religiosas. O módulo foi ministrado pelo professor Joachim Andrade, doutor em Ciências da Religião.

Professor da Faculdade Vicentina, Edimar Brígido, lança livro sobre Filosofia e Educação.

Com o selo da Editora Multifoco, o professor Edimar Inocêncio Brígido lança mais uma obra com o título: "Ensaio entre Filosofia e Educação". Trata-se de uma produção em parceria com outros três professores.

A obra é uma coletânea de reflexões que tem como mote as diversas relações possíveis e desejáveis entre a Filosofia e a Educação.

Em uma sociedade marcada cada vez mais por uma educação tecnicista, refletir a respeito das contribuições por parte da filosofia, para a formação humana e intelectual, torna-se fundamental. É esse o objetivo da obra.

O Curso de Bacharelado em Teologia, reconhecido pelo MEC, oferece uma sólida reflexão sobre temas pertinentes à vivência da fé no mundo contemporâneo, fundamentada na Palavra de Deus e na Tradição da Igreja. 

O Curso de Teologia da Faculdade Vicentina é aberto a todos que possuem Ensino Médio completo, sejam leigos ou religiosos.

Data do Vestibular: 04 de Julho de 2017 (terça-feira) às 08h00.

 

 

 

 

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Na última quarta-feira, 20 de abril de 2016, no hall de entrada da Faculdade Vicentina, tomou posse a nova diretoria do Centro Acadêmico de Filosofia (CAVIF).

Em seu discurso de posse, o novo presidente do centro acadêmico, Jonas Duarte, agradeceu a confiança depositada na sua chapa e pediu união e empenho de todos para que a convivência na Faculdade Vicentina seja cada vez mais harmoniosa.

A nova diretoria do CAVIF ficou assim constituída:

- Presidente: Jonas Duarte de Araújo
- Vice-presidente: Pedro Higo
- Secretário geral: José Carlos
- Primeiro secretário: Paulo Monteiro
Tesoureiro geral: Adriano
- Primeiro tesoureiro: João Marcos

 

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O professor Edimar Brígido publicou um artigo no jornal curitibano Gazeta do Povo no qual, partindo do filosofo Ludwig Wittgenstein, propõe  filosofia como uma forma de terapia. Veja o artigo na íntegra.

“Ludwig Wittgenstein, um dos maiores filósofos do século 20, nutria a firme convicção de que a arte era um meio possível para superar os diversos conflitos que cercam a vida humana. De acordo com ele, a arte poderia conduzir a vida a um final positivo, no sentido de uma satisfação ou uma liberdade mental. A liberdade e a paz resultantes da música e do poema não são um estado meramente psicológico, mas sim um sentimento de admiração e de respeito para com a linguagem poética e a expressão musical. É assim com a atividade estética, assim deve ser com a atividade filosófica.

Ao aplicar o modo eficaz de investigação estética na investigação filosófica, o resultado será a cura da doença da qual há muito tempo padece a própria filosofia. Trata-se da pretensão wittgensteiniana de encontrar as terapias adequadas para solucionar a enfermidade, para dissolver todos os problemas que afligem os filósofos.

Existem diversos métodos, assim como existem diversas terapias e, ao fazer uso da terapia apropriada, o resultado será a superação dos problemas e, consequentemente, a tão desejada paz filosófica será alcançada. Trata-se do regresso ao cotidiano, trata-se da redescoberta das palavras e do seu devido uso, o qual Wittgenstein compara com a imagem de um homem que estava perdido e encontra o caminho de retorno a casa.

Reencontrar o caminho faz alusão à necessidade de retornar ao cotidiano, onde a vida acontece. É no cotidiano, entendido como lugar onde as experiências ocorrem, que se encontra a solução dos problemas. É por isso que Wittgenstein insiste na tese de que a filosofia não pode ser uma ciência, mas ela é como as artes, e só deveria poder ser uma forma de poesia. Os problemas de filosofia nascem justamente com o espanto dos filósofos diante do esplendor da vida, e isso teoria nenhuma é capaz de curar.

Wittgenstein recorda que, em se tratando de filosofia, a paz nunca será duradoura e, novamente, a atividade filosófica deve ser retomada. Desse modo, podemos considerar que acabar com a filosofia é impossível, simplesmente porque é impossível acabar com os fenômenos que tocam a vida humana. A filosofia nasce desse embate entre a vida, o espanto e o desejo de comunicar, e isso se aplica a todas as pessoas que pensam, observam e se assombram, mas particularmente aos filósofos, poetas e artistas”.

Edimar Brígido, especialista em Ciência da Religião e Filosofia com ênfase em Ética, é mestre e doutorando em Filosofia.

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